sábado, 1 de abril de 2017

Duas Paixões

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Uma mulher fascinante
Um Homem Irresistível
Um Impetuoso Amor!

Sarah pegou as poucas roupas que possuía, o velho par de tênis e partiu. 
Deixou para trás uma vida dura e o padrasto cruel.
Foi em busca de um lugar tranquilo no campo, onde pudesse viver seu amor pela terra.
Mas o destino, na forma de um belo e másculo cowboy, pregou-lhe uma peça. 
Sarah sentiu nascer dentro de si um desejo e um amor nunca antes imaginados... 
Suas paixões - pela terra e por Zach - se confundiram. E ela passou a lutar desesperadamente pelas duas!

Capítulo Um

Zach Masterson não gostou do que viu ao sair do trailer. Na noite anterior, ao chegar na Bar M, estava muito escuro para ver algo mais do que o contorno das construções da fazenda. Agora, em plena luz do dia, perdeu algum tempo para perceber exatamente do que sentira falta.
O lixo cobria o chão do pátio. A maior parte eram arados, peças de tratores, ceifeiras, e até a carcaça enferrujada de uma velha caminhonete Chevy. Grande parte do curral próximo ao celeiro principal já não existia mais e a cerca de arame farpado ao longo da alameda que ia até a estrada estava caída como o rabo de uma mula velha. O barracão parecia prestes a entrar em colapso, enquanto o galpão onde sua mãe costumava manter uma vaca leiteira desabara. É óbvio que durante anos nenhum investimento fora feito para a melhoria da fazenda.
Zach virou-se para a esquerda e parou ao lado de um dos algodoeiros que cercavam o campo. A casa principal ainda estava em pé, confirmando sua gloriosa história. Com certeza era a melhor construção da fazenda, a não ser pelas janelas fechadas por tábuas e a pintura descascada.
Zach desejara ter passado com o trator por cima de tudo há dez anos atrás quando tivera a chance, após a morte do pai. Ele seguiu até o celeiro, levantando poeira a cada passo, concentrando-se no que teria de fazer durante as próximas semanas. Antes chegar em Bar M, estava certo de poder vender a propriedade em pouco tempo. A fazenda dos Masterson era famosa por seus magníficos pastos, uma raridade no Colorado semiárido. As pastagens de feno teriam de ser cortadas e o gado vendido. Ninguém compraria a propriedade nas condições em que se encontrava.
Ao parar próximo ao velho e enferrujado depósito de milho, calculou quanto dinheiro e tempo necessitaria para colocar tudo em ordem. Dissera a seu sócio, Manuelo, que ficaria longe dos negócios, Guias de Exploração da Amazônia, só por alguns dias, no máximo duas semanas. Se tivesse que permanecer mais tempo, com certeza perderia dinheiro, além da sanidade mental. Já estava sentindo saudades de Rio Negro e da cobertura de folhas verdes e largas, da escuridão tão profunda no cair da noite, da vida na selva. Aqui, o sol escaldante o incomodava. Tudo no Colorado era aberto, marrom e exposto.
Zach escutou vozes e mudou de direção. Poderia suportar tudo, desde que tivesse um final previsível. 

sábado, 25 de março de 2017

O Sorriso de um Playboy

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Paixão imprevisível!

O magnata Pete Bennett adora o jogo da conquista. 

Ele jamais se apaixona pelas mulheres que leva para a cama. São elas que acabam se envolvendo… e Pete as deixa para trás. 
Ainda assim, sob o sol escaldante do verão grego, a doce Serena não consegue resistir ao brilho do pecado nos olhos dele e se rende ao desejo que a domina. 
Logo, esse caso passageiro fica mais quente do que ambos poderiam imaginar. 
Um mês depois, Pete sabe que chegara o momento de ir embora. Então por que está tão relutante em abandonar Serena?

Capítulo Um

Havia muito a ser dito a respeito do fato de passar um dia sentada sob um guarda-sol de praia listrado de azul e branco numa pequena ilha grega. Serena Comino, todavia, vinha se sentando debaixo deste mesmo guarda-sol todos os dias, durante cinco meses... alugando motos de cinquenta cilindradas para turistas... e não havia muito mais a ser dito sobre isso.
A vista nunca mudava, por mais gloriosa que fosse. Os rostos dos turistas mudavam com cada balsa que ancorava, mas seus desejos permaneciam os mesmos. Molhar-se, deitar-se numa praia, alugar uma Vespa, comer... Nada nunca mudava.
Cinco meses. Apenas mais um para que ela retornasse à Austrália e ao braço grego-australiano da família, ou melhor, para que não voltasse para o seio da família. Serena recostou-se na cadeira bamba até que as duas pernas frontais saíssem do chão, os olhos sombreados por óculos escuros, a cabeça inclinada em direção ao céu azul além do guarda-sol. Talvez o cenário tivesse se tornado mais interessante nos últimos cinco minutos. Uma nuvem passando, um pássaro, um avião.
O Super-homem.
Não.
— Quem sugeriu isto? — murmurou ela.
— Seu pai — disse uma voz divertida vindo da direção do velho campo de golfe atrás dela. O campo começava na extremidade do vilarejo e serpenteava a vertente, passando o chalé branco de seus avós e seguindo estrada acima, onde Serena e as Vespas passavam a maior parte do dia.
— Triste, mas verdade. — Ela virou a cabeça num movimento mínimo e ofereceu um sorriso para Nico, seu primo por parte de pai, o que significava o lado grego. Os detalhes não importavam, eles eram parentes. E era a vez deles de cuidar de seus avós de 82 anos. Não que eles precisassem de cuidados, pois ambos tinham uma saúde notável. A verdade era que ela e Nico estavam lá para dirigir o empreendimento profissional que Pappou recusava-se a entregar. O trabalho diário de Nico começava às 4h da manhã, na embarcação de pesca, e terminava por volta da hora do almoço. Serena começava às 9h, acabava às 17h ou 18h, e seu trabalho não envolvia peixe. Ela ainda achava que tinha o melhor negócio.
— Já é hora do almoço?
— Se você usasse um relógio, saberia.
— Eu não posso mais usar um relógio — respondeu ela. — Certa vez, quando eu tinha lugares para ir e coisas para fazer, usava relógio. Agora, isso é muito deprimente. O que há para o almoço?
— Salada grega, lula cozida e baklava de pistache de Gigia.
Certo, então havia algumas vantagens em pequenas ilhas gregas, afinal de contas. Ela se sentou ereta, as duas pernas frontais da cadeira batendo na areia, e olhou ao redor para ver por que Nico não tomara seu lugar usual na cadeira ao seu lado.
Ele não estava sozinho. Um homem alto de cabelo preto se encontrava ao lado dele, com o corpo de um deus e um sorriso que faria qualquer mulher olhar duas vezes. Serena olhou apenas uma, mas compensou isso se demorando na observação. Não era o Super-homem, decidiu. O Super-homem tinha o maxilar quadrado e era elegante. Impecável.
Este homem era o que acontecia quando Super-homem dava um passeio com seu lado selvagem.
— Você voa? — perguntou ela para ele.
— Sim.
— Eu sabia. Mulheres podem sentir essas coisas.
— Do que ela está falando? — indagou ele a Nico. Tinha uma linda voz. Profunda. Sonhadora. Divertida. Australiana.
— Isso importa?

Corrida de Emoções

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Resistir é inútil!

Serena Scott sabe que Finn St George significa problema. 
Claro que ele é um estonteante piloto de corridas com fascínio pelo perigo. 
Porém, já se envolveu em escândalos demais. E caberá a Serena fazê-lo entrar novamente na linha. 
Finn adora o seu estilo de vida, afinal, distrair-se com belas mulheres é muito mais prazeroso do que enfrentar as memórias amargas do passado. 
Contudo, a obstinada Serena insiste em resistir ao seu charme. Será que ela conseguirá domar esse bad boy ou se renderá à poderosa tentação?

Capítulo Um
Montecarlo, maio
Segurem seus corações, senhoras, pois o piloto de corridas Lothario Finn St George está de volta ao playground dos ricos e famosos.
Após velejar pelo porto de Mônaco acompanhado de uma série de beldades, o chamado Homem Mais Bonito do Mundo entrou, vestindo um smoking feito sob medida e um lindo sorriso, no Cassino Grand, com ar de James Bond. Armado com seu indefectível arsenal de charme carismático, o seis vezes campeão do Troféu Mundial abriu caminho entre uma multidão de fãs, embora o dono da Scott Lansing tenha advertido o playboy para “acalmar suas festanças selvagens e baixar o tom em suas aparências públicas”.
Parece que Michael Scott continua lidando com ameaças dos seus patrocinadores, que pensam em deixar de lado a ajuda de quarenta milhões de libras necessárias à equipe.
Sim, Finn St George sempre caminhou pelo lado selvagem da vida, mas tudo indica que os patrocinadores mais conservadores estão recebendo uma dose extra de escândalos. Aliás, só na semana passada, foram tiradas fotos suas não com uma, mas com quatro mulheres, em uma discoteca de Barcelona... Aparentemente, ele é um homem que gosta de variar!
Porém, a apenas dois dias da corrida Príncipe de Mônaco, suspeitamos que a vida social de Finn é a última das preocupações da Scott Lansing, pois o nosso piloto favorito está fora do grid de largada.
Embora não tenha decepcionado tanto na Austrália, chegando em terceiro lugar, St George não conseguiu boas posições na Malásia nem em Bahrain, deixando a Scott Lansing perigosamente próxima da Nemesis Hart. Porém, após sua espetacular batida na Espanha, no mês passado, quando não conseguiu terminar a corrida, os fãs do automobilismo começaram a chamá-lo de “lenda agonizante”. Ele perdeu vários pontos, e isto fez da equipe Nemesis Hart a líder, após dez anos de liderança da Scott Lansing.
St George realmente perdeu a mão? Ou o trágico acidente de setembro, envolvendo seu colega de equipe, Tom Scott, realmente o afetou tanto?
Embora normalmente dominasse o grid de largada, nosso adorado piloto parece ter perdido o norte, ficando claramente para trás. Por conta disso, a Scott Lansing pode amargar perdas inacreditáveis. Uma coisa é certa: embora Mônaco esteja se preparando, ansiosa para a corrida de amanhã, Michael Scott deve estar rezando por um milagre.
Um milagre...
Movendo o pulso, Serena Scott deixou o jornal sobre a mesa do pai.
— Muito bem... Mas de uma coisa ela se equivocara. Você não está rezando por um milagre.
O jornal ficou parado bem na frente dele. O único som naquele escritório luxuoso da Scott Lansing vinha dos saltos altos de Serena, que batiam pesados no chão.
— Não. Ainda não — disse seu pai, encarando-a firme.
Naquele momento, tudo indicava que ela finalmente descobriria por que fora acordada pelo pai às três da manhã, arrastada para fora da sua cama, em Londres, e levada de avião à Côte d’Azur. Porém, se a suspeita que rondava sua mente fosse verdadeira, ela não gostaria nada do que estava a ponto de ouvir.
— Eu não tenho a menor ideia sobre o que está te preocupando tanto — disse ela, em um tom perfeitamente amigável, ao mesmo tempo em que cruzava os braços sobre a blusa verde-maçã. — E acho que Finn está se comportando da mesma maneira louca de sempre, se quer saber a minha opinião...




Serie As Noivas do Texas

1- O destino de uma mulher
ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Venha para o rancho da família McCloud... porque não há lugar como o Texas para um casamento!

Sua mulher, seu filho.
Jesse Barrister estava de volta... musculoso, alto, forte e pronto para ser laçado. E Mandy McCloud, sua ex-namorada, tinha um filho que era a cara dele. Seria o menino um Barrister? E se fosse? 

As desavenças entre os Barrister e os McCloud estariam chegando ao fim?
Jesse não estava interessado em pedir perdão ou em reparar erros. Tudo que queria era reconhecer o filho... e viver mais uma noite nos braços de Mandy. Mas dividir a educação de um filho era muito diferente de compartilhar uma cama. E logo o caubói de coração endurecido.


2- Quente como o verão


Venha para o rancho da família McCloud porque não há lugar como o Texas para um casamento!

Esperando por um noivo?
Não mais! Não agora que o sexy Nash Rivers estava de volta à cidade. 
Nunca um homem deixara Samantha tão perturbada. Mas ela era inexperiente e não sabia como seduzir e conquistar um homem como Nash. Pelo menos, acreditava que não sabia.
Nash nunca sentira uma atração tão forte por uma mulher. A bela e jovem texana era a imagem da tentação. 
Se não tomasse cuidado, logo estaria subindo ao altar porque a doce Samantha não era mulher de uma única noite. E ele? Seria capaz de amar uma só mulher por toda a vida?

3- Uma Cena de Amor



Venha para o rancho da família McCloud... porque não há lugar como o Texas para um casamento!

Domando um bebê!
John Lee Carter ainda era o homem mais irresistível daquela região do Texas, mas nos últimos tempos o atraente caubói exibia mais do que sorriso sexy. Aparentemente, John Lee era pai de uma doce e linda garotinha... e Merideth Tinha a impressão de que ele queria providenciar irmãozinhos para a filha...
Merideth não tinha nada contra ter filhos. Nem se importava por ter de cuidar da menina. Mas já era hora de mostrar ao teimoso solteirão que todas aquelas mamadeiras ao amanhecer e todos aqueles momentos de sedução no meio da noite só poderiam levá-lo a um único destino...


Serie As Noivas do Texas
1- O destino de uma mulher
2- Quente como o verão
3- Uma Cena de Amor
Série Concluída







Negócio Fechado

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Família Villazza 
Marina, com apenas 24 anos, carrega marcas profundas causadas pela perda dos pais e pela saudade. 

Sozinha, sem formação e experiência, ela vê a oportunidade de reconstruir sua vida trabalhando como camareira num luxuoso hotel do Rio de Janeiro. Mas a chegada de um misterioso hóspede, e a atração irresistível entre eles, desperta nela sentimentos nunca antes conhecidos. 
Poderiam pessoas de mundos tão diferentes viver uma grande paixão?

Série Família Villazza
1- Negócio Fechado
Prestigiem Autora Brasileira, entre neste link 


terça-feira, 14 de março de 2017

Descoberta no Harem

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Votos do Deserto



Juras de amor sobre as areias!

A princesa do deserto?
O sultão Asim de Jazeer pode ter a mulher que quiser. 
Então por que deseja logo a que ameaça revelar o segredo de sua família? 
A jornalista Jacqui Fletcher aceitou a oportunidade de fazer uma pesquisa para seu livro no harém de Asim! 
Porém, fica quase impossível focar no trabalho quando as carícias sedutoras dele despertam uma paixão arrebatadora. 
Asim está em busca de uma princesa, e Jacqui é completamente inadequada para o papel. Mas será que Asim abrirá mão de seu dever em nome desse amor?

Capítulo Um

— Desista, Jack. É uma busca inútil. — A voz de Imran surgiu no meio do barulho dos carros, da multidão e do trotar da cavalgada das pré-eleições.
— Não! — Jacqui meneou a cabeça. — Você verá. Valerá à pena. — Tinha que valer. Eles tinham a chance de entrevistar um dos líderes mundiais de oposição mais difíceis de encontrar, um reformador inspirador que as autoridades fariam tudo para silenciar. Uma oportunidade que não poderia ser perdida.
Mas havia um desconforto. A rua congestionada era estranhamente familiar, como se ela já tivesse estado ali antes. Os aromas de terra, suor, temperos e esterco provocavam suas narinas. Uma sensação perturbadora de déjà vu a fez parar.
Jacqui virou-se, procurando pelo rosto familiar de Imran. Uma ansiedade a preencheu.
— Imran?
— Aqui, Jack. — E lá estava ele, enorme, a câmera sobre um dos ombros, os olhos sorridentes estreitos por causa do sol.
Jacqui sentiu alívio. Por um momento, teve medo. De quê? Sua linha de pensamento se dissolveu.
— É um tiro no escuro, apesar da pista — disse ela. — Se preferir ir para o hotel, tentarei localizá-lo e depois ligo para você.
A expressão de Imran não mudou.
Ela havia falado em voz alta ou apenas pensado? Confusa, levou a mão à testa quente. Tudo parecia irreal, estranhamente distante. Até os rostos das pessoas pareciam embaçados.
Tudo, menos Imran.
Jacqui tentou se concentrar. O trabalho. A pista. Esta ainda seria a melhor história deles. Seu editor não acreditaria quando chegassem com aquela exclusiva.
Era uma oportunidade de revelar a verdade sobre aquele regime opressivo. Então os poderes do mundo não poderiam mais alegar ignorância e virar as costas para a violência.
— Vamos, Jack. Não perca tempo. — Imran saiu na frente, forçando facilmente sua passagem pela multidão.
Jacqui tentou acompanhar, mas seus pés pareciam colados ao chão. Com um esforço supremo, lutou para dar um passo. Um só. Em meio à multidão também vagarosa.
Apenas Imran andava vigorosamente no meio das pessoas que mal se moviam. Cada passo o levava para mais longe.
Jacqui tentou chamá-lo. O déjà vu voltou mais forte. Sua pele se arrepiou com uma premonição assustadora. Sua garganta fechou.
Impotente, ela o assistiu sumir na multidão.
Então aconteceu. O que ela estava esperando, sem saber. Uma forte vibração na atmosfera. Um tremor que fez o chão levantar.
Depois o som cataclísmico. Ensurdecedor. Tão alto que seus ouvidos tiniram.
Finalmente, ela saiu do torpor. E correu com os pulmões pulsando, a respiração rasgando sua garganta. Ainda não conseguia gritar.
Parou repentinamente. A câmera de Imran estava no chão, com as lentes estilhaçadas.
Jacqui ajoelhou-se, seu cérebro tentando encontrar sentido na imagem à sua frente. A desordem de membros, as formas impossíveis de compreender. Uma mistura de poeira e líquido vermelho espalhada à sua volta, encharcando o solo, invadindo suas narinas.
Ela estendeu a mão para tocar o que tinha sido o homem que ela conhecia melhor que qualquer um. Um homem em forma, completo...



Série Votos do Deserto
1- Descoberta no Harem
2- Amor desvendado
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Aliança Inesperada

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Os Escandalosos Ravensdale


Separados pelos segredos, unidos pelo sangue.

Na cama com o inimigo!
Quando o terceiro noivado de Jasmine Connolly termina, ela decide deixar o ex com ciúmes. 
Para isso, pede ajuda a Jake Ravensdale! 
Ela nunca o perdoou por tê-la rejeitado, anos atrás. 
Contudo, esse magnata insensível é o homem perfeito para o plano. E conforme a tensão entre eles aumenta, a linha entre o ódio e o amor fica cada vez mais tênue. 
Ainda que esteja usando a aliança de Jake, Jasmine não pode esquecer a dor que ele lhe causou no passado. 
Caso contrário, o que a impediria de se render novamente aos encantos desse playboy?

Capítulo Um

Não era o fato de ter devolvido o anel de noivado o que estava preocupando mais Jasmine Connolly. Ela tinha mais dois em sua caixa de joias em seu apartamento em Mayfair acima de sua loja de noivas. Era a sensação de ser rejeitada. Outra vez. O que havia de errado com ela? Por que não era boa o bastante? Não havia sido boa o suficiente para sua mãe. Por que as pessoas de quem gostava sempre a deixavam?
Mas não era aquilo que deixava seu estômago em nós de pânico. E sim comparecer à exposição de casamentos de inverno no fim de semana em Cotswolds como solteira. Como poderia ir sem um noivo? Poderia ter aparecido no hotel luxuoso que reservara meses antes com a palavra “fracassada” escrita na testa. Aguardara tanto aquela exposição. Depois de muito lutar, ela assegurara um lugar no desfile de moda. Era o seu primeiro e tinha o potencial de conduzir a desfiles maiores e mais importantes.
Mas não era apenas algo relacionado ao design de vestidos de noivas. Ela adorava tudo relacionado a casamentos. O compromisso de ter alguém a amando para o resto da vida, não apenas quando era conveniente. O amor era para durar eternamente. A cada vez que desenhava um vestido, ela colocava suas esperanças. E se nunca tivesse a chance de usar um de seus próprios vestidos? Que tipo de cruel ironia seria?
Ela olhou para sua mão ao volante com o dedo anelar vazio. Gostaria de ter colocado um dos anéis de reserva para não ter que explicar a todos que estava, segundo as palavras de Myles, “dando um tempo”.
Não importava como ele dizia aquilo. Tudo significava a mesma coisa no que dizia respeito a Jaz. Fora deixada. Largada. Estava sozinha.
E o que significava se tivera três noivados terminados?
Significava que era péssima em relacionamentos.
Jaz estacionou o carro no lugar de sempre em Ravensdene. Era a propriedade da família especializada em teatro onde ela crescera como filha do jardineiro e melhor amiga de Miranda Ravensdale e seus dois irmãos mais velhos e gêmeos, Julius e Jake.
Miranda acabara de ficar noiva. Oh, puxa.
Jaz estava feliz pela melhor amiga. Era evidente que estava. Miranda e Leandro Allegretti eram perfeitos um para o outro. Ninguém merecia mais um final feliz do que aqueles dois.
Mas por que ela não podia ter o seu?


Série Os Escandalosos Ravensdale
1- Noite de Rebeldia
2- Romance Secreto
3- Aliança Inesperada
4- Um Amor em Família - a revisar
Baixar em Séries



Uma Dança para Dois

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Sedução no deserto…

A dançarina de cabaré Sylvie Devereux e o sheik Arkim Al-Sahid jamais se deram bem. 
Nem mesmo o beijo inebriante que compartilharam conseguiu mudar esse sentimento. 
A antipatia aumenta quando Sylvie impede o casamento de conveniência entre sua adorada irmã e o poderoso Arkim. 
Agora, ele está decidido a se vingar da bela sedutora que maculara sua impecável reputação. 
Ao atrair Sylvie para seu luxuoso palácio no deserto,
 Arkim fará o que for necessário para tirá-la de seu sistema. E ficará surpreso com o segredo que Sylvie esconde.

Capítulo Um

Sylvie Devereux preparou-se para o que deveria ser mais um encontro desagradável com seu pai e sua madrasta e, enquanto percorria o caminho de entrada da casa e estacionava, lembrou a si mesma de que viera apenas por causa da irmã, a única pessoa por quem faria qualquer coisa.
A enorme mansão, em Richmond, estava toda iluminada e se ouvia o som de jazz vindo de uma tenda montada no jardim dos fundos. A festa de verão de Grant Lewis era um grande acontecimento anual no cenário social de Londres, sempre presidido pela sorridente megera que era sua esposa, Catherine Lewis, madrasta de Sylvie e mãe de Sophie.
Uma silhueta apareceu na porta de entrada, soltou um grito de alegria, e a loura Sophie Lewis se lançou em cima da irmã mais velha. Sylvie soltou a mala e abraçou-a, rindo.
— Isto significa que você está contente em me ver, Soph?
Sophie, 6 anos mais nova, afastou-se.
— Você não tem ideia. Mamãe está pior do que o habitual: literalmente me empurrando para os braços de qualquer solteiro. Papai está trancado no estúdio, com um sheik que é o homem mais bonito que já vi, mas também o mais inflexível. O que é um desperdício...
— Aí está você, Sophie...
A madrasta de Sylvie perdeu a voz ao vê-la. Paradas na porta, a luz que vinha de dentro delineava a figura esbelta e elegante de Catherine e seu cabelo louro perfeitamente penteado. Ela fez um biquinho de desdém.
— Ah, é você... Pensamos que não viria.
Você esperava que eu não viesse, pensou Sylvie, forçando-se a dar um sorriso e a esconder a mágoa que não deveria mais sentir. Aos 28 anos, já deveria tê-la superado.
— Como sempre, é um prazer revê-la, Catherine.
Sophie apertou-lhe o braço, apoiando-a. Catherine recuou, relutando em deixá-la entrar em casa.
— O seu pai está ocupado com um convidado. Logo estará livre. — Catherine franziu os olhos ao ver as roupas que ela usava e Sylvie ficou esperando pelas críticas que iria ouvir, mas estava cansada daquela constante batalha. — Se quiser, pode se trocar no quarto de Sophie. É evidente que veio direto de um dos seus... hum... shows em Paris.
Ela realmente saíra direto de uma matinê, vestindo um jeans e uma camiseta perfeitamente respeitáveis, mas se trocara no trem.
De repente, Sylvie perdeu o cansaço, apoiou a mão no quadril e debochou:
— Isto foi presente de um fã. Eu sei o quanto você gosta que seus convidados se vistam bem.
Na verdade, o vestido pertencia à colega que dividia o apartamento com ela, a sofisticada Giselle, cujo manequim era dois números abaixo do seu. Ela o pedira emprestado, sabendo o efeito que iria causar. A intenção de chocar poderia parecer infantil, mas valera a pena.
Naquele instante, a porta do estúdio se abriu e Sylvie seguiu o olhar da madrasta. Seu pai saiu, mas ela mal reparou nele. Só via o homem que o acompanhava: alto, forte e moreno. O homem mais atraente que ela já vira. O seu rosto era severo, com traços bem definidos, sobrancelhas retas e escuras. Como Sophie dissera, ele realmente parecia inflexível.
E exalava poder. Magnetismo sexual. Vestia um terno cinza de três peças. Gravata preta. Impecável. O branco da camisa realçava o tom de oliva da sua pele. O cabelo era negro e curto. Os olhos, igualmente negros e totalmente impenetráveis. Sylvie estremeceu levemente.
Os dois homens a olhavam, e ela não precisava olhar para o pai para saber que sua expressão seria um misto de tristeza, decepção e cautela.
— Ah, Sylvie, que bom que você veio.
Ela conseguiu sair do transe, forçou-se a sorrir e se aproximou.
— Pai... 

Lembranças de uma Paixão

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Olhos cinzentos, frios e cruéis olhos cinzentos... e lençóis de seda. 

Eram essas as lembranças que Danielle guardava de seu grande amor. 
O homem que a havia retirado de uma festa, sete anos antes, para levá-la a viver seus únicos momentos de paixão e prazer sensual. Agora o destino o trazia de novo à sua vida, para seu mal ou para seu bem. E, pelo jeito, ele não mudara nada. Ainda era o homem arrogante que um dia ousara lhe oferecer dinheiro por uns instantes de amor.

Capítulo Um

— Danielle? Danielle! — Lewis repetiu com impaciência tentando fazê-la prestar atenção na conversa — Perguntei se você concorda com o primeiro encontro amanhã à tarde. Sei que está terminado o retrato da Srª Gilbraith e...
— Terminei hoje — ela revelou, interrompendo-o com certa relutância — E acho que não quero começar outro quadro agora. Penso em tirar férias.
Lewis ficou tão surpreso com a ideia, que seu rosto de traços perfeitos não conseguiu disfarçar o desapontamento.
— Agora não, Danielle!
Aos trinta anos Lewis Vaughan aparentava exatamente o que era: um homem de negócios bem-sucedido. Vestia-se impecavelmente e não gostava do preconceito que se tinha contra arte, além de detestar a ideia de que artista e marchands eram todos uns boêmios. Ele certamente era a exceção que confirmava a regra.
— Sabe quem vai pintar agora? — perguntou, como se não acreditasse que ela estava mesmo desprezando um trabalho como aquele.
— Claro que sei!
Danielle conhecia muito bem o próximo trabalho que deveria fazer e não gostava nem um pouco da ideia.
— Audra McDonald! Você vai pintar Audra!
— Já disse que sei Lewis — repetiu Danielle, sem demonstrar o mínimo entusiasmo.
Ele insistia no assunto, tentando dar-lhe um pouco de ânimo. Danielle não podia desistir logo agora! Sentia-se mal só de pensar no autor da encomenda, mas mantinha-se fria e controlada, como se não tivesse nada a ver com isso.
Danielle era muito reservada, do tipo que só revela suas emoções para os mais íntimos. E seu círculo de amigos era bem pequeno, não incluía sequer Lewis, o marchand que conhecia há cinco anos e que a promovera no mundo das artes plásticas, e nem mesmo Lewis conseguia chegar ao fundo de sua alma.
Ele tinha que se contentar com a beleza física de Danielle, com os cabelos loiros e sedosos que lhe caíam nos ombros, os olhos verdes e frios que escondiam mil segredos, o nariz pequeno e reto e dado a sardas nos meses de verão, a boca perfeita, os lábios carnudos sempre realçados com um brilho sabor pêssego.
Ela era alta, esguia e costumava usar roupas bastante descontraídas, como batas soltas e jeans. E não se considerava boêmia.
— Eu sei quem recomendou o trabalho, Lewis — ela respondeu secamente, contente por conseguir controlar as emoções. Havia aprendido bem a lição.
— Foi Nicholas Andracas! — Lewis apenas confirmou o que Danielle já sabia — Ele me telefonou sabe? Quase nem acreditei!
Danielle entendia muito bem aquele espanto, pois já sentira a mesma coisa.
— E ele quer que eu pinte o retrato da sua atual amante?
— Danielle!
— Como quer que eu a chame? — a voz soava com ironia — É público e notório que eles moram juntos a mais de um ano.
— Não acho que vivam juntos...

Zona Livre para o Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
O playboy e a inocente!

Criada por uma mãe que só se importava com aparências, a contadora Kate Watson sempre batalhou para ser reconhecida apenas por sua inteligência. Porém, trabalhar para o poderoso Alessandro Preda torna tudo mais difícil. 

Esse notório bilionário fica intrigado pela postura séria de Kate. Afinal, está acostumado com mulheres que fazem questão de exibir suas curvas, e não de tentar escondê-las. Alessandro está decidido a libertar a sensualidade que Kate tanto tenta esconder. Contudo, nenhum dos dois estava preparado para o que aconteceria quando se entregassem ao prazer.

Capítulo Um

Sexta-feira. Fim de julho. Seis e meia da noite...
E onde, pensou Kate, eu estou? Ainda no escritório. Ela era o último dos guerreiros de armas nas mãos. Bem, com o teclado do computador nas mãos, para falar a verdade. Sentada à sua mesa, observava a luz da tela que exibia os cálculos de contabilidade que exigiam sua atenção. Não atenção imediata, nada que não pudesse esperar até segunda-feira de manhã, mas...
Kate suspirou e se aprumou, tentando apaziguar a tensão em seus ombros, e por alguns minutos deixou-se perder em pensamentos.
Tinha 27 anos e sabia onde deveria estar naquele momento — e não era no escritório, ainda que fosse um escritório muito agradável, em um prédio mais do que prazeroso, no coração do bairro mais badalado de Londres.
Na verdade, deveria estar em qualquer lugar, menos ali.
Deveria estar ao ar livre, aproveitando a vida, passeando pelo Hyde Park com os amigos, bebendo vinho, deleitando-se com aquele verão longo e quente. Ou em um churrasco. Ou, talvez, apenas relaxando em sua varanda, ouvindo música com alguém especial, que perguntaria como foi o seu dia e contaria sobre o dele.
Ela piscou e todas essas maravilhosas possibilidades desapareceram. Desde que se mudara para Londres há quatro anos, Kate podia contar nos dedos de uma das mãos o número de amigos próximos que conseguira fazer; e depois que obtivera sua qualificação como contadora e começara a trabalhar na AP Logistics, há um ano e meio, não fizera amigo algum.
Conhecidos, sim... mas amigos? Não. Kate não era o tipo alegre, amigável e risonho que fazia amigos com facilidade e que sempre foi parte de um grupo. Conhecia a si mesma e raramente se preocupava com isso, exceto que... Bem... Era sexta-feira, e lá fora o sol estava se pondo, deixando para trás um calor agradável e, no resto do mundo, as pessoas de sua idade estavam se divertindo de alguma maneira. Em Hyde Park. Ou nos quintais dos amigos, em churrascos e festas de verão...
Kate espiou através de sua porta do escritório e uma série de mesas vazias a encarou de volta, em uma acusação muda e ameaçadora, apontando, cheias de ironia, suas muitas deficiências.
Ela rapidamente fez uma lista mental de todas as coisas maravilhosas que tinha em sua vida.
Um emprego incrível em uma das empresas de maior prestígio no país. Seu próprio escritório, o que era um feito notável considerando sua idade. Seu próprio apartamento de um quarto, em uma área bastante agradável no oeste de Londres. Quantas garotas de sua idade já possuíam um imóvel? Em Londres? Sim, havia uma hipoteca, mas ainda assim...
Ela estava indo muito bem.
Bem, sabia que não tinha conseguido escapar de seu passado. Mas tinha enterrado tudo aquilo tão profundamente que ele já não podia afetá-la.
Exceto…
Ela estava ali, no trabalho, sozinha, em uma sexta-feira à noite, no fim de julho...


quinta-feira, 2 de março de 2017

Romance Secreto

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Os Escandalosos Ravensdale



Deliciosa tentação…

A primeira experiência de Miranda Ravensdale com o amor terminou tragicamente. Por isso, ela decidiu enterrar seu coração e suas memórias. 
Apenas um homem consegue penetrar sua fachada fria. Amigos desde a infância, o bilionário Leandro Allegretti acompanhou de perto o sofrimento de Miranda. 
Ele sabe como é viver nas sombras e planeja usar seu poder de sedução para trazer Miranda de volta à luz. 
Com o pretexto de catalogar uma coleção de arte, Leandro a leva para a romântica Riviera Francesa… e libertará a sensualidade que Miranda sempre tentara esconder.

Capítulo Um

Miranda não o teria visto se não estivesse se escondendo dos paparazzi. Não que um vaso com uma árvore artificial fosse um grande esconderijo, pensou. Ela espiou pelos galhos da figueira de jardim para ver Leandro Allegretti atravessar a rua movimentada diante do café onde estava abrigada. Ele não parecia ciente do fato de que a chuva caía e de que o cruzamento estava congestionado de carros e apinhado de pedestres. Era como se estivesse dentro de uma redoma. Estava alheio ao barulho do lado de fora.
Ela o teria reconhecido em qualquer lugar. 

Ele tinha um ar régio, intocável, que o fazia destacar-se na multidão. Até a maneira como se vestia o fazia sobressair-se — não que não houvesse outros homens tão bem-vestidos como ele ali, mas a maneira como ele usava um impecável terno cinza-escuro com uma camisa branca e uma gravata listrada de preto e prata o fazia parecer diferente, de algum modo. Mais civilizado. Mais digno. Ou talvez fosse pela maneira como vivia franzindo o cenho.
Já o vira sem ser de cenho franzido?, perguntou-se Miranda. Seus irmãos gêmeos mais velhos, Julius e Jake, haviam sido colegas de internato de Leandro. 

Ele passara fins de semana ocasionais ou feriados escolares e até intervalos da universidade na casa da família Ravensdale, Ravensdene, em Buckinghamshire. Sendo uma década mais jovem que ele, ela passara a maior parte da infância um pouco intimidada pela presença taciturna de Leandro. Ele era o epítome do tipo forte, silencioso — um homem de poucas palavras e ainda menos expressões faciais. 
Ela não podia lhe decifrar a expressão na maior parte das vezes. Era difícil dizer se franzia o cenho por desaprovação, ou se simplesmente estava concentrado.
Ele entrou no café e Miranda observou enquanto todas as mulheres do recinto se viraram para acompanhá-lo com o olhar. 

Sua descendência francesa e italiana lhe fora benéfica no campo da aparência. Era alto, com cabelo preto, pele bronzeada e olhos castanhos que eram três ou quatro tons mais escuros que os dela.
Mas, se Leandro ficou ciente do impacto que provocara naquelas mulheres, não deu nenhum sinal disso. Era uma das coisas que ela secretamente mais gostava nele. Ele não era vaidoso por causa de sua aparência. Parecia alheio ao fato de que era incrivelmente bonito. 

Era como se lhe fosse algo irrelevante — diferentemente do irmão dela, Jake, que sabia que era considerado bonito e explorava o fato ao máximo que podia.
Leandro parou junto ao balcão e pediu um café preto para viagem à atendente corada e, então, aguardou educadamente de lado, pegando o celular para verificar suas mensagens ou e-mails.
Miranda estudou-lhe discretamente a figura atlética com músculos bem definidos em razão de horas de exercícios. Tinha os ombros largos, as costas fortes, os quadris estreitos, as nádegas firmes e as pernas longas. Vira-o muitas vezes em Ravensdene, uma figura solitária correndo pelos campos da propriedade, ou nadando interminavelmente na piscina no verão.
Leandro dedicava-se aos exercícios com tanta intensidade e concentração que ela se perguntava se o fazia pelos benefícios à saúde ou por alguma razão que apenas ele sabia. 

Qualquer que fosse o motivo, servia claramente para o seu benefício. Tinha o tipo de corpo que acelerava os corações femininos. Ela não podia parar de olhar para ele, absorta pela perfeição masculina de seu corpo, perguntando-se como pareceria delicioso entre os lençóis depois de uma maratona de sexo. Ele teria uma namorada?

Série Os Escandalosos Ravensdale
1- Noite de Rebeldia
2- Romance Secreto
3- Aliança Inesperada
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O Estranho da Noite

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Maddie conversava com seus ouvintes. 

Um telefone anônimo viria mudar a rotina daquela noite. 
Um voz profunda, inesquecível. "Outro fã", ela pensou, ao desligar. 
"Outra pessoa insone à procura de um pouco de afeto e atenção..."
No outro dia, a surpresa. 
Por que um desconhecido a seguiria até aquela casa abandonada? 
O carisma e a virilidade do homem a deixavam em sobressalto. 
O que pretendia olhando-a daquela maneira enigmática? 
Mas foi quando o estranho a cumprimentou que o pânico a invadiu. A mesma voz. Era o fã que lhe telefonara na noite anterior!

Capítulo Um

— Já esteve apaixonada antes, Maddie? — perguntou John de repente, terminando o drinque num só gole.
"Será que o amigo iria beber ainda mais?", pensou Maddie, deixando a pergunta sem resposta, os olhos verdes denotando uma certa ansiedade. Ele estava bebendo desde o momento em que haviam chegado ali. Maddie fingia admirar no espelho o novo corte de seus cabelos castanhos, mas na verdade observava John e se preocupava muito.
Ele não havia comido nada. Ao retirar o prato, o garçom perguntara com um suspiro ofendido:
— Algo errado com o filé, senhor?
— Não. O problema sou eu mesmo — respondera John, furioso.
Naquele momento, Maddie fixara intensamente as feições do amigo. Ele estava muito tenso. E seu rosto mais estranho. Seus cabelos castanhos contrastavam com suas sobrancelhas escuras, quase negras. Era um homem surpreendente em muitos aspectos, e Maddie o admirava. Mas agora desejava que parasse de beber e deixasse de tecer seus comentários filosóficos sobre o amor.
— Amar! — dizia ele rindo ironicamente. — Para o inferno o amor, ouça o que eu digo. É um jogo idiota. Não concorda, Maddie?
— Claro, John! Amar é uma brincadeira boba — Maddie tentou tranquiliza-lo.
— Precisamos de mais bebida — disse ele, procurando pelo garçom.
— Eu terei de ir embora daqui a pouco, não peça nada para mim — apressou-se Maddie em dizer, ao ver o garçom se aproximar.
— Mais brandy — pediu John.
Maddie jamais ouvira dizer que John se entregasse à bebida, embora tivesse ficado sabendo muito sobre ele, desde que começara a trabalhar na estação de rádio local, havia seis meses.
Aliás, nesse pouco tempo todos pareciam saber muito sobre a vida particular de John Osborne. Ele realmente não conseguia ter privacidade alguma. Era uma figura pública naquela cidade. As pessoas, fascinadas por tudo que cercava o habitante mais famoso e rico do local, não o deixavam em paz.
John Osborne, uma personalidade marcante, apesar de não possuir um físico privilegiado.
Na verdade, Maddie se perguntava se não teria sido esta falta de presença física que o tomara tão agressivo. Uma forma de compensar e adquirir o respeito das pessoas. Lembrava-se de outros homens de baixa estatura, que agiam da mesma forma.
Maddie só soubera que John era tão moço quando o encontrou para entrevistá-lo.
O encontro não fora nada fácil. John lhe parecera um chefe muito enérgico. Mas trabalhar com John Osborne lhe ensinara, entre outras coisas, a respeitá-lo. Por isso se preocupava em vê-lo beber tanto e compulsivamente, como se essa fosse a única saída que encontrara na vida.
— Tem certeza de que não quer mais nada? — perguntou ele, enquanto o garçom lhe enchia o copo de brandy.
— Obrigada, John. Ainda tenho de trabalhar esta noite, lembra-se?
O garçom se retirou. Ele levantou o copo e brindou:
— Ao divórcio! 


Trilogia Casamento Do Ano

1- A NOIVA DISSE JAMAIS!
ROMANCE CONTEMPORÂNEO 









Laurel Bennett é uma modelo linda de morrer. Aos trinta e poucos anos, já desistira dos homens. 

Damian Skouras é um empresário nova-iorquino de coração e alma gregos. A atração entre eles chega a gerar faíscas, ainda mais quando uma noite de paixão os leva a um casamento que Laurel não quer, mas que Damian exige. 

Capítulo Um 

Damian Skouras não gostava de casamentos. 
Um homem e uma mulher, diante de um sacerdote, amigos e familiares, fazendo votos de amor e fidelidade que nenhum ser humano era capaz de cumprir, constituía o tema impossível dos romances e contos de fadas para mulheres choramingonas. Com certeza, não retratava a realidade. 
Não obstante, lá estava ele, diante de um altar ornado de flores, ao som estrondoso da Marcha Nupcial de Mendelssohn, assistindo, junto com mais uma centena de pessoas, ao avanço compassado de uma noiva enrubescida em sua direção. 
Era bonita, tinha que reconhecer, mas recordava o velho ditado. Toda noiva é bonita. 
Aquela, majestosa num antiquado vestido de cetim e renda brancos, segurando um buquê de minúsculas orquídeas branco e púrpura, apresentava uma aura que a tornava mais que bela. 
Através do veuzinho diáfano, vislumbrou seu sorriso radiante ao chegar ao altar. 
O pai beijou-a. Ela soltou-lhe o braço e fitou amorosamente o noivo à espera, e Damian agradeceu em silêncio aos deuses de seus ancestrais gregos por não ser ele. Se bem que o fato de ser Nicholas não era menos mau. 
Nick agitou-se, e Damian olhou para o rapaz que estivera sob sua tutela até três anos antes. 
- Tudo bem? - murmurou, vendo-o pálido. O noivo engoliu em seco, movimentando o pomo-de-adão. 
 - Claro. 
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 2- A DIVORCIADA DISSE SIM!








Annie Bennett Cooper e o ex-marido, Chase, não se viam desde o divórcio, havia cinco anos. 

Agora, o casamento da filha os colocava frente a frente. Posso lidar com isso, pensou cada um. 
Mas nem Annie nem Chase imaginavam o que os pais podiam fazer pela felicidade de seus filhos. 
Não imaginavam tampouco, a paixão que ainda ardia entre eles.

Capítulo Um 

Era o dia do casamento da filha e Annie Cooper não conseguia parar de chorar. 
- Só vou retocar a maquiagem, querida - dissera a Dawn, minutos antes, quando as lágrimas começaram a brotar mais uma vez. E lá estava ela, tranca da numa cabine do toalete feminino de uma linda igrejinha antiga Connecticut, com um monte de lenços de papel ensopados na mão. 
- Prometa que não vai chorar, mãe - pedira Dawn, na noite anterior. 
As duas haviam conversado até tarde, tomando chocolate com canela. 
Não tinham sono. Dawn estava muito excitada e Annie quis aproveitar até o último minuto a companhia da filha antes que fosse viver longe dela. 
- Prometo. Logo em seguida; começara a chorar. 
- Ah, mamãe, assim você vai borrar a maquiagem! 
Dawn não se conformava com o fato de a mãe ainda tratá-Ia como se fosse uma adolescente irresponsável. O problema era que Dawn ainda era uma adolescente, pensou Annie, enxugando as lágrimas copiosas. 
Seu bebê tinha apenas dezoito anos. Era jovem demais para se casar. 
Claro que não tivera argumentos para convencer Dawn disso na noite em que ela chegara em casa com um anel de noivado no dedo. 
- E quanto anos você tinha quando se casou? - rebatera a filha. 
A questão encerrara a discussão, pois Annie tivera que admitir: 
- Dezoito, o mesmo que você, e olhe o que aconteceu comigo. Com certeza, o divórcio dos pais não era culpa de Dawn. 
- Ela é muito jovem - sussurrava Annie, enquanto secava as lágrimas,
- É, jovem demais... - Annie? A porta do toalete feminino abriu-se, deixando entrar o som de vozes distantes e música de órgão, que sumiram quando a porta fechou-se novamente. 
- Annie? Você está aí? Era Débora Kent, sua melhor amiga. 
- Não - murmurou Annie, sentindo-se miserável, e reprimiu um soluço. 
- Annie, saia daí - encorajou Deb, gentil. 
- Não. 
- Annie...
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3- O NOIVO DISSE TALVEZ!





















Capítulo Um 

David Chambers sentou-se em um dos últimos bancos na pequena igreja em Connecticut e mostrou-se interessado na farsa que se desenrolava no altar. 
Tinha a impressão de não estar desempenhando bem seu papel, mas, enfim, como poderia? 
Ora, que desatino cometiam! A noiva deslumbrante, o noivo nervoso. 
A profusão de flores que fazia a igreja parecer um funeral, a música melosa, o pastor despejando todas aquelas baboseiras sobre amor, honra e companheirismo... David franziu o cenho e cruzou os braços. 
Era como se assistisse ao segundo ato de uma comédia previsível, cujo final, o divórcio, ainda viria a ser encenado.
- Dawn e Nicholas, hoje vocês iniciam a maior aventura de suas vidas... - dizia o pastor, a voz desprovida de emoção. Ao lado de David, uma mulher de cabelos pretos alvoroçados mantinha uma das mãos sobre o braço do marido e com a outra segurava um lenço. 
Chorava baixinho e parecia estar muito emocionada. David estreitou o olhar. 
Outras mulheres soluçavam também, incluindo a mãe da noiva, que com certeza devia estar mais imune a esse sentimentalismo passageiro. 
Qualquer ser humano com mais de trinta anos devia comportar-se de acordo, pensou, especialmente os divorciados, e eles compareciam em grande número. 
Se fossem convocados a levantar-se, formariam um grupo consistente. 
- Nicholas, você aceita Dawn como sua legítima esposa? - indagou o pastor. A mulher que estava ao lado de David soluçou mais forte. 
Ele lançou-lhe um olhar. As lágrimas rolavam soltas, mas a maquiagem estava intacta. 
Era espantoso como as mulheres vinham preparadas para esses eventos. 
A maquiagem não borrava, o lenço de renda... nunca se via uma mulher com lenço, exceto em casamentos e funerais. 
- Na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza... 


Relançamento
Trilogia Casamento Do Ano
1- A noiva disse jamais!
2- A divorciada disse sim!
3- O noivo disse talvez!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Votos Entrelaçados

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Por tempo limitado?

Famoso no mundo das artes, Aiden Blackstone havia conseguido fugir de seus piores pesadelos.
Até ser obrigado pelo avô a fazer exatamente o que tentara evitar: voltar para sua cidade natal e se casar.
Contudo, ele logo percebe que Christina Reece não seria apenas uma noiva de conveniência.
Ela sabe que a única maneira de fazer com que esse casamento ultrapasse o tempo que foi acordado é convencendo o sensual marido a abrir seu coração... antes que seja tarde demais.
Pois há um inimigo à solta, ameaçando destruir tudo o que ela ama, incluindo essa nova paixão.

Capítulo Um

Aiden Blackstone reprimiu um arrepio que nada tinha a ver com a tempestade vespertina que caía. Por um instante, ficou imóvel, fitando os elaborados entalhes na pesada porta de carvalho diante de si. Uma porta que ele se prometera jamais cruzar novamente... pelo menos não enquanto o avô ainda estivesse vivo.
Eu deveria ter vindo, mãe, apenas para vê-la.
Mas ele jurara jamais se permitir ser trancado outra vez no interior da Blackstone Manor. Achara que teria todo o tempo do mundo para compensar a mãe por sua ausência. Na ignorância de sua juventude, não se dera conta de tudo de que abrira mão com sua promessa. Agora, estava de volta para honrar outro juramento... a promessa de cuidar da mãe.
A simples ideia já lhe deu um frio na barriga. Inspirando fundo, levou a mão à antiga aldrava de ferro, em forma de cabeça de urso. Procurou se tranquilizar, lembrando-se de que não ficaria ali muito tempo... apenas o necessário.
Voltando a bater, tentou escutar o som de passos do outro lado da porta. Não era um lar quando era necessário esperar que alguém atendesse. Fora embora com a certeza de que provinha apenas da inexperiente juventude. Agora, retornava um homem diferente. Um sucesso em seus próprios termos. Apenas não teria a satisfação de esfregar isso na cara do avô.
Pois James Blackstone estava morto.
A porta abriu-se para dentro com um profundo rangido. Um homem alto, de postura ainda imponente, apesar do cabelo grisalho ralo, piscou várias vezes, sem saber se podia confiar nos próprios olhos. Embora houvesse saído de casa em seu 18° aniversário, Aiden reconheceu Nolen, o mordomo da família.
— Ah, patrão Aiden. Estávamos à sua espera.
— Obrigado.
Ainda estudando seu rosto, o homem abriu ainda mais a porta, permitindo a entrada de Aiden e de sua bagagem.
— Já faz um bom tempo, patrão Aiden — falou o homem mais velho, após fechar a porta, deixando a chuva torrencial do lado de fora.
Aiden buscou condenação nas feições do homem mais velho, porém nada encontrou.
— Por favor, deixe a sua bagagem aqui. Eu a levarei para o seu quarto, assim que Marie o tiver aprontado.
Quer dizer que a governanta, a mesma que assou biscoitos para ele e para os irmãos enquanto sofriam com a perda do pai, também ainda estava ali. Diziam que nada mudava em cidades pequenas. E tinham razão.
Aiden passou os olhos pelo salão de entrada, também o encontrando igual a antes de sua partida. A única anormalidade foi a ausência de um retrato de seus pais, dele próprio, aos 15 anos de idade, e dos gêmeos caçulas, um ano antes da morte do seu pai.
Depositando no chão a mochila de lona e a valise do laptop, ele seguiu Nolen até a galeria central da casa, onde havia uma enorme escadaria. O som de seus passos ecoou pelos corredores, como se o lugar estivesse vazio, abandonado.
Mas sua mãe estava ali em algum lugar. Provavelmente ainda em seus antigos aposentos. Aiden não queria pensar nela, e em como a condição a deixava indefesa. Isso sem falar na impotência que ele sentia. Já fazia tanto tempo desde a última vez em que escutara sua voz ao telefone, pouco antes de seu derrame, dois anos atrás. Após o acidente de carro tornar as viagens complicadas para ela, a mãe de Aiden ligara para ele uma vez por semana, sempre que James não estava em casa. A última vez que vira o número de Blackstone Manor no identificador de chamadas fora o irmão para lhe dizer que a mãe sofrera um derrame, decorrente de complicações provocadas pela paralisia. Desde então, apenas silêncio.
Para a surpresa de Aiden, Nolen seguira direto para a escadaria, o corrimão de carvalho reluzindo mesmo sob a iluminação fraca, como se houvesse acabado de ser lustrado. A maioria das reuniões formais na casa costumava acontecer no gabinete do avô, onde Aiden presumira que iria encontrar o advogado. Por ele, iria direto aos negócios.
— O advogado cansou-se de me esperar?

Etiqueta de Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Amantes e rivais!

Na época de escola, Ava Brenner era a garota popular que atormentava os dias de Peyton Moss. 
Porém, agora tudo mudou. 
Ele está prestes a ganhar o seu primeiro bilhão enquanto a vida de Ava ficou bem mais simplória. Peyton precisa que ela o ajude a entrar na alta sociedade. 
Para isso, ambos terão de superar a antiga rivalidade... E não demora muito para que passem de inimigos a amantes. 
Mas será que Peyton ainda irá desejá-la quando descobrir o escândalo que mudou o mundo de Ava por completo?

Capítulo Um

T. S. Elliot tinha razão, Ava Brenner pensou, ao apressar o passo descendo Michigan Avenue e refugiando-se sob o toldo de uma loja. Abril realmente era o mais cruel dos meses. No dia anterior, o céu sobre Chicago estava azul e límpido, e as temperaturas na casa dos quinze graus. Hoje, nuvens acinzentadas despejavam chuva congelante sobre a cidade. 
Ela protegeu a cabeça com o cachecol. Sabia que a chuva arruinaria a seda cor de esmeralda, mas estava a caminho de um encontro com um vendedor em potencial, e preferia substituir um lenço estragado a arruinar o penteado.
Imagem era tudo. Fora uma lição incessantemente repetida quando Ava ainda estava na escola. Abril não era a única coisa cruel. Garotas adolescentes podiam ser brutais. Ainda mais o tipo rico, egoísta e superficial encontrado em sofisticadas escolas particulares que usavam apenas a última moda e faziam pouco dos estudantes bolsistas que se viravam com liquidações em lojas de departamento.
Ava deixou de lado o pensamento. 
Uma década e meia a separava da formatura. Era dona de seu próprio negócio agora, uma butique de aluguel de roupas chamada Talk of the Town, que atendia com alta costura mulheres que queriam apenas o melhor para as ocasiões especiais da vida. Embora a loja ainda estivesse funcionando muito na base da improvisação, estava começando a dar sinais de lucro. Pelo menos ela parecia uma mulher de negócios bem-sucedida.
 Ninguém tinha de saber que era sua própria melhor cliente. Tirou o lenço da cabeça e o enfiou no bolso do sobretudo ao adentrar no elegante restaurante.
Ao aproximar-se da recepção, seu celular tocou. 
Era o vendedor que ela deveria encontrar, pedindo para adiar a reunião para uma noite mais adiante na semana. De modo que Ava jantaria a sós hoje à noite. Como de costume. Ainda assim, havia muito tempo que não tinha a oportunidade de sair e estivera trabalhando para valer este mês. Merecia um mimo.
Basílio, o dono do restaurante, a cumprimentou pelo nome com um caloroso sorriso. Cada vez que o via, Ava lembrava-se do pai. Basílio tinha os mesmos olhos escuros, os cabelos grisalhos e o bigode bem cuidado. Contudo, tinha quase certeza de que, ao contrário do pai dela, Basílio jamais cumprira pena em uma prisão federal.
Sem nem verificar o mapa dos assentos, ele conduziu Ava até sua mesa preferida, perto da janela, onde ela poderia observar os transeuntes enquanto jantava. 
Contudo, ao erguer o cardápio, sua atenção foi chamada para um tumulto perto do bar. Ao erguer a cabeça, viu Dennis, o seu barman favorito, sendo importunado por um cliente, um homem alto, de ombros largos e cabelos negros como carvão. Era óbvio que ficara ofendido coma sugestão de Dennis de que bebera demais, uma condição que, francamente, estava evidente.
— Estou bem — o homem insistiu. Embora as palavras não estivessem arrastadas, a voz estava um pouco mais alta do que o necessário. — E quero outro Macallan. Sem gelo.
— Mas, senhor...
— Agora! — o homem rugiu.
 

Série Os Irmãos Castelli

1- Sentimentos Mascarados
ROMANCE CONTEMPORÂNEO



Uma nova chance?

Após um acidente de carro, Lily Holloway foi embora e deixou para trás a paixão proibida que viveu com Rafael Castelli. 
Cinco anos depois, quando seus caminhos se cruzam novamente, ela fica desesperada para manter sua liberdade e finge sofrer de amnésia, negando ter qualquer lembrança de Rafael. 
Contudo, essa mentira é rapidamente consumida pelo intenso desejo que sentem. 
Agora que se reencontraram, Lily sabe que é apenas questão de tempo para que Rafael descubra o seu maior segredo: o filho que tiveram.

2- Sentimentos Ocultos





Anjo ou pecadora?

O magnata Luca Castelli acha que sabe tudo sobre a viúva de seu pai, Katheryn. E não se deixará enganar pelos elogios dos tabloides. 
Para ele, essa jovem estonteante não é nenhuma santa! 
E quando uma cláusula do testamento o obriga a se tornar chefe de Katheryn, Luca decide testar seus limites. 
Contudo, ela se mostra à altura do desafio, fazendo com que a mistura entre o ódio e o desejo que sentem um pelo outro fique ainda mais perigosa. Até Luca descobrir que a inocência de Katheryn é bem maior do que ele imaginara...

Série Os Irmãos Castelli
1- Sentimentos Mascarados
2- Sentimentos Ocultos
Série Concluída