quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Seduzindo Lauren

ROMANCE CONTEMPORÂNEO
Série Amor Sob o Grande Céu





Agora que seu melhor amigo, Josh, felizmente se estabeleceu com o seu verdadeiro amor em uma fazenda em Montana, o advogado de cidade pequena Ty Sullivan começa a pensar que essa vida talvez não é tudo o que achava ser. 

E quando o ex-marido mal de Lauren Cunningham vem atrás dela, para um fundo fiduciário inesperado, Ty entra em cena para protegê-la. Mas logo ele não pode deixar de pensar nela como mais do que uma cliente. Lauren não tem vontade de saltar para outro relacionamento, assim como pode Ty convencê-la de que seu erro não foi se casar, mas se casar com o cara errado?

Capítulo Um

― Hey, Lauren.
― Oi, Jacob, o que posso fazer por você? ― Eu pergunto com um sorriso e abro a minha porta da frente amplamente para o amistoso vice xerife do condado.
― Bem, eu estou a serviço ― Ele me oferece um sorriso envergonhado e me entrega um envelope grande, então se afasta. ― Tenha um bom dia.
Volto para dentro, fecho a porta, e olho para o envelope com surpresa.
A Serviço? Rasgo o envelope e vejo brilhantes chamas vermelhas do inferno enquanto leio o documento do tribunal. E leio novamente.― O filho da puta está me processando? ― Exclamo para uma sala vazia, e leio a carta segurando com minhas mãos trêmulas, agora pela terceira vez. ― Inferno, não!
Pego minha bolsa e deslizo os pés nas sandálias, mal conseguindo não cair nos degraus da varanda enquanto rompo fora da minha casa para a minha Mercedes e saio da minha garagem circular.
Eu moro as margens de Cunningham Falls, Montana. A pequena cidade foi nomeada depois do meu bisavô Albert Cunningham. A nossa é uma cidade turística que possui uma estação de esqui de cinco estrelas e uma infinidade de atividades ao ar livre para toda a estação. 
Felizmente, a temporada turística de verão acabou, e a temporada de esqui ainda está alguns meses distantes, de modo que o tráfego para a cidade é tranquilo.
Acelero passando pela estação dos correios e para o coração do centro da cidade, onde fica o escritório do meu advogado. Sem prestar atenção ao meio-fio amarelo, estaciono rapidamente e caminho para o antigo edifício.
A cabeça da recepcionista vira em surpresa quando me aproximo dela e bato com a carta que ainda segurava na minha mão, sobre a mesa.
― Isso, eu digo entre os dentes cerrados, não vai acontecer.
― Senhorita Cunningham, você tem alguma hora marcada?
― Não, eu não tenho uma hora marcada, mas é melhor que alguém nesta firma encontre tempo para me ver ― Estou fervendo; Minha respiração está arfante.
― Lauren ― Minha cabeça chicoteia ao som de meu nome e vejo Ty Sullivan franzindo a testa para mim da porta do seu escritório. ― Eu posso te atender. Entre.
Viro-me e meus olhos se estreitam em Ty então sigo até seu escritório, estou agitada demais para sentar enquanto espero ele fechar a porta e ir atrás de sua mesa.
― O que está acontecendo?
― Eu preciso de um novo advogado.
― O que está acontecendo? ― Ele pergunta novamente, e calmamente se inclina contra o parapeito da janela atrás de sua mesa. Ele cruza os braços sobre o peito. As mangas de sua camisa branca estão dobradas, dando-me uma excelente vista sobre a colorida tatuagem em seu braço direito.
― Isto é o que está acontecendo! 

Série Amor Sob o Grande Céu
1- Amando Cara
2- Seduzindo Lauren

Um Vampiro Sortudo

ROMANCE SOBRENATURAL
Série Família Argeneau









Sorte ser um vampiro esta noite. . .

Quando Nicole Phillips concordou em contratar uma governanta, ela imaginou alguém um pouco desmazelada e quase certamente do sexo feminino. 
Em vez disso, ela consegue o lindo e inegavelmente maculino Jake Colson. 
O homem está se provando indispensável na cozinha - e em qualquer outro lugar. Exceto que Jake pode não ser um homem totalmente mortal.. . . e todas as noites
Quem não gostaria de ser o alto, moreno e poderoso vampiro Jake. 
Ele mal teve tempo de se adaptar ao seu novo estado e já estava envolvido em um favor de família. 
Contudo, bancar secretamente o guarda-costas para a doce e sexy Nicole está se transformando no passeio mais selvagem de sua vida. 
Primeiro, ele vai deter quem quer que esteja tentando alvejá-la. 
Em seguida, ele vai provar que esse tipo de amor, e sorte, só acontece uma vez em uma eternidade.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Negócio Arriscado

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 


A artista Bryn Jones nunca perdoou Gabriel por ter colocado seu pai na prisão, ocasionando a ruína de sua família e o surgimento de uma grande tristeza em sua alma. Mas com uma nova identidade ela conseguiu evitar o escândalo e a vergonha…

Até que surge a chance de expor seu trabalho na prestigiada galeria londrina dos D'Angelos! Apesar de sua fama internacional por ser um magnata, há anos Gabriel é atormentado pela lembrança de um par de olhos impiedosos o encarando do outro lado do tribunal lotado.
Agora, a tentadora Bryn está de volta, e desta vez terá que se submeter às regras dele para conseguir o que quer… Ainda que Gabriel garanta que será um acordo prazeroso para ambos!

Capítulo Um


Estava entrando no campo do inimigo — outra vez! 
Bryn franziu o cenho, parando na calçada para olhar para a fachada de mármore da maior e melhor entre as galerias de arte e casas de leilões particulares de Londres. O prestigiado nome Archangel cintilava em grandes letras douradas sob o sol, acima das amplas portas de entrada de vidro. 
Eram portas de correr que se abriram automaticamente quando ela avançou com passos firmes e determinados até o grandioso hall de entrada de pé-direito alto. Não podia vacilar porque aquele era realmente o campo inimigo no que lhe dizia respeito. Os D’Angelo — e Gabriel em particular — tinham sido responsáveis por lhe partir o coração e enviar seu pai para a prisão cinco anos antes... Não podia pensar nisso agora. 
Tinha de se concentrar no fato de que os dois anos anteriores de rejeição de galeria após galeria haviam sido o que a levara àquele momento de desespero. Os dois anos que, depois de ter se formado na universidade acreditando que o mundo era seu para abraçar, só haviam lhe mostrado que o reconhecimento de suas pinturas, pelo qual ansiava, parecia inatingível. 
Muitos de seus amigos da universidade haviam cedido à pressão da família e do orçamento apertado e resolvido trabalhar em propaganda ou lecionar em vez de seguir o verdadeiro sonho de viver da pintura. Mas não ela. Oh, não, apegara-se com obstinação ao desejo de que seus quadros fossem expostos numa galeria de arte de Londres, acreditando que um dia conseguiria deixar sua mãe orgulhosa e apagar a vergonha do passado de sua família. 
Dois anos depois da formatura, fora obrigada a admitir a derrota, não abandonando suas pinturas, mas ficando sem escolha a não ser entrar no concurso de Novos Artistas da Archangel. 
— Srta. Jones? 
Ela se virou para olhar para uma das duas recepcionistas sentadas detrás da elegante mesa de mármore creme e rosa, que combinava exatamente com o restante do hall de entrada. Várias colunas imensas do mesmo mármore iam do chão ao teto, com delicadas vitrines verticais protegendo os inestimáveis objetos de arte e magníficas joias em exibição. E ali era apenas o hall de entrada.
Bryn sabia, por conta de sua visita anterior à Galeria Archangel, que, para além do vasto hall, seis salões abrigavam mais tesouros esplêndidos e únicos, além dos inúmeros outros sendo preparados para leilão no imenso subsolo do prédio. Bryn endireitou os ombros, determinada a não se deixar intimidar — ou ao menos a não demonstrar que estava intimidada — pelo sofisticado lugar ou pela elegante recepcionista loira que não podia ter mais que os próprios 23 anos dela. 
— Sim, sou a srta. Jones. 
— Sou Linda. — A mulher saiu de trás da mesa e se adiantou pelo hall, com o som dos saltos altos ecoando pelo chão de mármore, parando perto da entrada, onde Bryn ainda aguardava com hesitação.

Conquista Fatal

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 

Apesar de Rafe D'Angelo, galerista mundialmente famoso, 

deixar as mulheres arrebatas de paixão, ele impõe limites bem definidos para suas (passageiras) relações amorosas. 

Por isso, fica chocado ao acordar e ver que, pela primeira vez, sua cama está vazia… Passar a noite com Rafe foi o único ato de rebeldia de Nina Palitov contra o controle opressivo de seu pai.
Mas ela deveria saber que quanto maior o desafio, mais D'Angelo se sente estimulado. A insistência dele desperta em Nina uma volúpia jamais experimentada. Entretanto, devido ao grande segredo de sua família, é essencial que ela não arrisque se tornar a nova conquista de Rafe! 


Capítulo Um 

— Pode se afastar, por favor? Está no caminho. 
Rafe se endireitou à porta da ala leste da Archangel, onde estivera nos últimos minutos observando a instalação dos gabinetes de vidro e bronze nos quais seriam exibidas as joias da coleção Palitov. Virou-se e olhou para o rapaz que lhe falara de modo abrupto. 
Parecia um adolescente de 1,75m, vestido com o mesmo jeans desbotado e o moletom largo e pesado dos outros trabalhadores, e tinha a cabeça coberta por um boné com a pala baixa sobre o rosto. 
Um rosto que era bonito demais para um rapaz, percebeu Rafe: escuras sobrancelhas arqueadas sobre olhos cor de musgo novo, com cílios escuros e longos, um nariz atrevido com uma leve nuvem de sardas, malares altos, lábios cheios e rosados sobre um queixo determinado e suave. 
Sim, era um pouco bonito demais, admitiu Rafe, embora parecesse não ter dificuldade no transporte das caixas sobre um carrinho. Rafe chegara à galeria às 8h30, como sempre, e soubera por seu gerente que a equipe de Palitov estava lá desde as 8h. 
— Estou procurando por. 
— Importa-se de se afastar agora? — A voz do rapaz era rouca. 
— Precisamos levar o resto dos gabinetes. Dois homens corpulentos se aproximaram e pararam um pouco atrás do jovem, como se quisessem enfatizar a exigência de espaço. Rafe franziu a testa, irritado com a presença musculosa; onde diabos estava a filha de Dmitri Palitov? Aqueles olhos verdes se abriram mais quando Rafe não demonstrou vontade de sair da soleira. 
— Acho que seu chefe não vai aprovar sua falta de cooperação. 
— Acontece que estou aqui procurando por sua chefe. — Havia frustração na entonação de Rafe. Uma expressão cautelosa surgiu nos olhos verdes. 
— Está? 
— Estou. Soube que a srta. Palitov estaria aqui esta manhã para coordenar a instalação dos gabinetes. — Ergueu sobrancelhas irônicas. O rapaz pareceu ainda mais inseguro. 
— E você é...? Rafe sorriu, satisfeito. 
— Raphael D’Angelo. O garoto se encolheu. 
— Tive a sensação de que seria. — O jovem endireitou o corpo. 
— Bom dia, sr. D’Angelo. Sou Nina Palitov. 
Rafe não apertou a mão que ela lhe estendeu. Nina ficou contente ao ver Raphael D’Angelo, um dos três irmãos proprietários das famosas galerias Archangel, perder um pouco da arrogância. 
Aqueles olhos dourados se abriram, incrédulos, o que deu a Nina a oportunidade de estudar o homem à sua frente. Ele devia ter 30 e poucos anos, com longo cabelo negro e sedoso e o rosto de um anjo caído.

Tentação

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Pura e linda como uma flor do campo, 

Linden não teve medo quando aquele estranho a tomou em seus braços. A água do regato refletia a imagem de Linden: cabelos soltos caindo sobre os ombros, corpo magro vestido apenas com uma leve blusa de algodão, jeans, e nada nos lindos pés descalços. Seus olhos puros mostravam a inocência de uma menina de dezessete anos, criada no campo, sozinha com o pai e tendo como único amigo seu cãozinho Bandit. Mas os olhos de Linden perderam essa inocência, depois de conhecer aquele estranho que apareceu em sua vida... depois que os lábios dele beijaram sua boca, depois que o corpo dele, moreno e forte, mostrou-lhe o êxtase do amor! 


Capítulo Um 

O forte calor do verão se espalhava pelo coberto de grama e de florzinhas campestres, que impregnavam com seu perfume os braços nus de Linden. Deitada, quase cochilando, ela ouvia o canto de um passarinho que voava nas proximidades. 
Se abrisse os olhos, poderia ver sua frágil figura, tal qual um papagaio de papel preso por um fio invisível, seguindo tão alto em direção ao sol, como se fosse um harmonioso Ícaro, demonstrando sua alegria de viver. 
De repente, Bandit, que descansava aos seus pés, levantou-se bruscamente e pôs-se a latir, furioso. Linden sorriu, preguiçosa. Na certa, seria um coelho, ou quem sabe uma raposa, que se aventurava por ali, escondida pelo capim alto. Mas depois ela ouviu o ruído de um carro, quebrando a magia do silêncio. Franziu a testa. Era a última coisa que esperava naquele momento. 
A montanha Goatswood não era própria para o tráfego de veículos. Os caminhos pela encosta eram perigosos e um aviso alertava os motoristas sobre isso. Levantou-se de um salto. O carro aproximava-se depressa demais. Bandit continuava a latir. 
Linden correu para a porteira, assustada, com o coração palpitando. Assim que a abriu, o veículo passou na disparada. Sua visão pôde distinguir apenas de relance um carro verde, com as rodas amarelas bem polidas. Seguiu-se o estrondo de uma batida, acompanhado do ruído de metais, vidros e madeira se chocando. Atravessando a porteira, Linden correu, sem sentir que seus pés nus se feriam nas pedras do caminho. 
Graças a Deus o carro não tinha capotado, pensou ela, aproximando-se do veículo agora imóvel e silencioso. Viu, então, que a cabeça do motorista pendia para a frente, inclinada sobre o volante. Linden subiu no carro e cuidadosamente ergueu o rosto dele. Sua testa estava contraída e, numa das faces, havia um corte que sangrava. Mas, assim que ela o tocou, ele conseguiu sorrir e recostou-se no banco. 
— Um anjo de Rafael! — murmurou. 
— Eu devia saber... Refeita da surpresa, Linden também riu, divertida. 
— Poderá andar, se eu o ajudar? Acho que devemos sair daqui o mais depressa possível. Os olhos verdes dele lentamente se tornavam mais vivos e brilhavam à luz do sol. 
— Estou vivo! — afirmou depois, sem muita convicção. 
— Claro que está! — confirmou ela. 
— Mas estou sentindo um cheiro muito forte de gasolina. Será melhor sairmos daqui imediatamente. 
— E, abaixando-se, passou o braço pela cintura dele, tentando ergue-lo.

Romance Inesquecível

ROMANCE CONTEMPORÂNEO

Nem mesmo nas histórias que escreve Chelsea imagina tanta sensualidade, tanta paixão! 


David Winter parece ser tão perfeito quanto os heróis, que Chelsea descreve em seus romances. 

É forte, bonito, sensual. Mas, apesar de apaixonada, ela hesita em se entregar a ele totalmente, temendo que a realidade possa destruir a intensidade desse desejo. 
Adivinhando suas dúvidas, David, se aproxima, acariciando-a ternamente, como se realizasse um ritual, como se jamais tivesse se permitido experimentar tamanho prazer e emoção. 
— Quem disse que não podemos nos amar como nas suas histórias, Chelsea? Sei o que espera de mim, e não desistirei nunca de me aproximar do seu ideal masculino, de tentar torná-la feliz, realizada, completa...


Capítulo Um



Chelsea Lattimer olhou para a amiga, Geórgia, tentando lembrar-se de como era ela oito meses atrás, antes de engravidar. No entanto, ficava praticamente impossível rever a antiga Geórgia estando diante da atual, com uns vinte e cinco quilos a mais e um olhar diferente, maternal, que a transformava numa outra mulher. 

— Por que está me olhando desse jeito, Chelsea? Não estou propondo nada de extraordinário, apenas acho que você iria gostar de conhecer David Winter. Ele é adorável. — Geórgia, gosto muito de você, mas sabe que fica bastante chata quando tenta me arranjar um namorado? Além do mais, não vejo por que isso lhe parece tão importante... 
— Não gosto de ver você sozinha, colocando toda sua energia no trabalho, Chels. — Ora, eu adoro meu trabalho. E não estou tão desesperada que precise de uma amiga bancando o cupido, Geórgia. Por falar nisso, onde está o Elliot? Hoje não era o seu dia de folga? 
— Teve de ir para o hospital. Parece que houve uma emergência e o médico de plantão pediu a ajuda dele. Geórgia ajeitou-se no sofá, enquanto servia à amiga mais uma taça de vinho branco. 
— E como vão os romances? — perguntou, admirando o corpo esguio e ágil de Chelsea, que estava sentada sobre o espesso tapete da sala, com as pernas cruzadas e os pés descalços. Gostava daquele seu jeito descontraído e irreverente, mas às vezes preferiria que não fosse tão sistemática. Chelsea era, afinal, uma mulher sensível e inteligente, mas também uma menina travessa e um pouco autoritária. 
— Já mandei o esboço do próximo livro ao editor ontem e preciso fazer um pouco de pesquisa em medicina e história antes de começar a escrever. A propósito, diga a Elliot que o personagem principal é um médico e, se ele for bonzinho, eu o farei à sua imagem e semelhança. 
— Ele vai adorar. Agora, antes que você se isole do mundo real novamente, vamos encontrar-lhe um namorado legal. 
— Você é mesmo persistente, não, Geórgia? Sabe, ser solteira não é tão ruim quanto imagina. Aliás, você deveria se lembrar, pois também já foi solteira um dia... Geórgia ignorou o comentário, prosseguindo: 
— Por acaso tem algo contra namorar médicos? 
— Oh, não. Não vai me dizer que aliciou Elliot para essa brincadeira de cupido? — Chelsea gemeu, escondendo o rosto numa almofada. 
— Por que não vem jantar aqui na sexta-feira, Chels? Considere isso como parte da sua pesquisa. Talvez você nem precise usar Elliot como modelo, já que David também é um médico, e dos bons.

Intenso

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 

Nick Harris e Josie Jackson não deveriam ter se encontrado, muito menos gostado um do outro! 

Em vez de rejeitar Rosie, porém, ele se encanta com aquela mulher sexy como uma sereia. Quando foi marcado o encontro em um bar para solteiros, Nick esperava conhecer mais uma representante do sexo feminino do tipo firme, intelectual, responsável. 

Ao mesmo tempo, Josie achava que ele não passava de mais um chatinho que sua irmã arrumara para ela. Ambos estavam enganados, e o que era para ser um encontro às cegas destinado ao fracasso, tornou-se uma noite de paixão sem limites! 
Algumas horas de puro prazer era tudo o que desejavam, mas quando descobrissem a verdadeira personalidade de cada um, talvez seus sonhos mais selvagens fossem destruídos... 


 Capítulo Um 

Josie Jackson puxou para baixo a barra da minissaia e entrou no recinto barulhento. Enxergar o outro lado do bar era quase impossível, na penumbra enfumaçada. Mas finalmente avistou um homem, de costas, sentado num banco alto na extremidade do balcão, exatamente onde imaginava que estaria. 
Audaciosa, pensou ela, tentando se concentrar no que fora fazer ali. Ousada, sexy, segura de si. Deixaria o pobre homem apavorado, e ele não veria a hora de sair correndo. Josie tinha escolhido aquele local de encontro de solteiros com a esperança de que tudo terminasse antes de começar. Para sua surpresa, porém, ele concordara com a escolha. Pelo menos foi o que sua irmã dissera. Mas a irmã dissera também que ele era “perfeito” para ela, o que por si só era quase uma garantia de que Josie não gostaria dele. Susan o descrevera como responsável. Maduro. Estável. 
Josie estava cansada dos encontros às escuras que a irmã lhe arranjava, e mais cansada ainda do tipo de homem que Susan achava que ela precisava: sério, certinho, preocupado com as aparências. O tipo de homem que não tinha nada a ver com romance ou paixão. 
Tudo o que esses homens queriam era conhecer alguém igual a eles, para casar e continuar vivendo suas vidas sem-graça. Ela estava com 25 anos e passara a maior parte da vida perseguindo seus objetivos, agradando a irmã com sua dedicação. Agora que havia alcançado esses objetivos, estava na hora de ir atrás de outras coisas. Mais do que na hora. Ela merecia divertir-se um pouco, ser feliz. 
Bob Morrison podia estar interessado em morar numa casinha charmosa, num bairro bom, com uma família perfeita, mas Josie Jackson tinha outros planos, e se o local escolhido para aquele encontro não fora suficiente para desencorajá-lo, um simples olhar para ela seria, com certeza. Josie caminhou até ele. Ouviu um assobio baixo às suas costas e sentiu que enrubescia. A próxima coisa que ela sentiu, uma mão em suas nádegas, quase a levou a virar-se e sair correndo dali. 
Mas conseguiu lançar um olhar fulminante para o atrevido que tomara aquela liberdade e continuou andando, empertigada, nos sapatos de salto 7,5cm. Uma proeza nada fácil para quem estava habituada a usar tênis e alpargatas. Mas ela era capaz de levar aquilo até o fim, disse para si mesma. Todos os seus pensamentos, no entanto, viraram pó quando o homem se virou para ela. Misericórdia… A respiração ficou presa na garganta, não entrava nem saía. 
Josie ficou imóvel, olhando para ele. Ora essa… Não era bem o que ela tinha imaginado. Talvez até fosse “certinho”, mas era diferente dos outros “certinhos” que ela conhecera até então, com aquele jeans confortável e camisa polo preta. Era um homem atraente, másculo, sexy. Sim, definitivamente sexy. Josie forçou-se a dar mais um passo à frente, sentindo-se tolhida pela minissaia, pelos sapatos ridiculamente altos e por suas próprias restrições. 
– Bob? Bob Morrison?

Muito Mais que Amor

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 

Eles sabem que é sua última chance de serem felizes... 

Rorke Stoner abre os botões da blusa de Kelly. Depois, é a vez do zíper do short. Com a mão, ele alcança a calcinha torturando-a com íntimas carícias. 

Sente os dedos de Kelly se cravarem em seus braços e ouve gemidos de prazer. Rorke planejou como seria a primeira vez com Kelly: o melhor ato de amor que ela já teve. 
E caso Kelly ainda tenha algumas lembranças amargas do ex-marido, ele vai apagá-las de sua memória! “Eu tenho um sério problema, Rorke”, diz ela, ofegante, não agüentando mais de tanta paixão e desejo de se entregar a esse homem. 
“Você não sabe com quem está se envolvendo...” 


Capítulo Um 

Onde é que ele foi se meter? Rorke Stoner desligou o carro e suspirou. A casa de Kelly Whitfield ficava localizada entre a parte antiga e a parte nova de Natchez. E apesar de Rorke conhecer Natchez como a palma da mão, passou duas vezes pela frente da casa sem vê-la. O que era até bem compreensível. A caixa postal estava encoberta por um arbusto florido. 
Uma grande quantidade de galhos se espalhava pela frente da casa, e ali estava ele se deparando com tudo aquilo. Rorke tirou os óculos escuros e ficou olhando para o bangalô. O lugar era antigo, antigo o suficiente para conservar o telhado de madeira original, rachado, o mesmo batente das janelas e a cadeira de balanço na varanda. A casa revelava um estilo marcante. 
Tão marcante quanto a personalidade da Sra. Whitfield. Ao redor viam-se azaléias, magnólias, rododendros e outros tipos de plantas que florescem na primavera. Estava claro que a dona da casa não fazia discriminação na escolha das flores, que cresciam selvagens. Também não se preocupava em aparar a grama há semanas. 
E assim como aquele excêntrico jardim, a varanda se enchia de flores, vasos que não eram cuidados, sem ordem alguma, mas que revelavam uma profusão de cores, lembrando o cair da tarde. Rorke não era nenhum perito em flores, mas sabia reconhecer um amor-perfeito quando via um. Amor-perfeito? De novo aquela sensação no estômago de que ele e a Sra. Whitfield teriam tanto em comum quanto um homem das cavernas e uma duquesa. 
O pensamento provocou uma imensa vontade de rir, porém o bom humor durou pouco. Com cara de poucos amigos, desceu do carro de uma forma meio desajeitada, pois Rorke ainda não conseguia se movimentar com facilidade. Fazia duas semanas que se machucara. Não se incomodara com o pulso torcido e com o nariz quebrado, os ferimentos então não significavam nada, mas as duas costelas quebradas estavam lhe causando grande sofrimento. Toda vez que respirava, lembrava-se do erro que havia cometido e que quase lhe custara a vida. Rorke não gostava de cometer erros. 
E não sabia conviver com eles. Nas últimas duas semanas perdera cinco quilos, e as suas noites eram povoadas de pesadelos: uma arma apontada para ele, e uma bala que o atingia em cheio. Exatamente como deveria acontecer na vida real. 
Não deveria ter sido aquele garoto loiro a estar caído no chão da padaria, e sim ele, Rorke.

Um Homem Casado

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 

Os convidados riam, felizes, na festa de casamento. 

Apenas Elisa estava triste, com o coração apertado, sozinha num canto da casa, lutando para não chorar. E foi então que ele apareceu... Bastou um olhar para saber que aquele era o homem de sua vida, o homem que poderia levá-la às delícias do amor, ou deixá-la cair no poço do mais profundo desespero. 

Ele se aproximou, sorriu e tomou-a nos braços. Os beijos, as carícias, as promessas enlouqueceriam qualquer mulher! 
Mas Elisa não podia se entregar a essa doida paixão. Não podia, porque Matthew, o amor de sua vida, era casado! 


Capítulo Um 

O jardim da pequena igreja estava repleto de parentes e amigos. Todos queriam cumprimentar os noivos. Atrás dos convidados, Elisa se abrigava da garoa sob uma marquise. Naquela manhã, justamente a do dia do casamento de Susan e Frank, uma forte chuva caíra sobre a cidadezinha de Sedgeley, em North Yorkshire. 
Mas o casal estava tão feliz que nem se importava com o mau tempo. Elisa deu um suspiro. A recepção na capela já estava no fim; logo mais os noivos iriam para a casa da mãe de Susan, trocar suas roupas, e então partiriam para a lua-de-mel em Maiorca. Sentiria falta da amiga. Afinal, após tanto tempo trabalhando no mesmo hospital e morando juntas naquele pequeno apartamento, era de se esperar que acabassem convivendo como verdadeiras irmãs. Os saltos de seus sapatos afundavam na lama e ela começou a ficar impaciente, pois isso iria estragar a barra do seu vestido. 
Irritada, Elisa segurou as largas abas do chapéu que usava e olhou para o céu, com uma expressão de desapontamento. Foi então que percebeu um homem, parado na entrada da capela, que a observava atentamente. Sabia de quem se tratava, pois já havia sido apresentada a ele antes da cerimónia. Era Matthew Lawford, um dos irmãos de Susan. 
Tinha vindo de Londres, acompanhado pela esposa, especialmente para o casamento. Elisa conhecia um pouco da vida dele, pois Susan se orgulhava de o irmão ter estudado em Oxford e sempre fazia comentários à sua bem-sucedida carreira. 
Matthew havia deixado a família em Sedgeley e brilhava como um excelente economista nos meios financeiros da capital. Era um homem cheio de charme e muito atraente. Tinha cabelos escuros e seus olhos castanhos eram vivos e expressivos. Aparentava uns trinta e poucos anos; era bastante alto e sua pele morena lhe dava um aspecto sadio e jovial. Seus gestos eram viris e sua postura demonstrava segurança e seriedade. Além disso, ele caminhava com a elegância de um felino. 
Foi então que Elisa se lembrou de Barry, o rapaz que costumava cortejá-la antes que ela viesse trabalhar como enfermeira no Hospital de Sedgeley. Conhecera-o quando ainda morava em Londres, na casa da mãe. Se não tivesse se mudado para North Yorkshire, talvez hoje estivesse casada com ele. Barry era um ótimo sujeito, mas em nada se parecia com Matthew Lawford, pois, sem dúvida, o irmão de Susan era um homem capaz de virar a cabeça de qualquer mulher. 
Elisa também sentia-se atraída pelo magnetismo que ele irradiava; mas a presença de Celine, sua esposa, fez com que ela afastasse esses pensamentos. 

domingo, 19 de outubro de 2014

Bebê em Tempo de Tempestade

ROMANCE SOBRENATURAL 
Série Especialistas em Segurança Internacional



Keely Walsh-Maddox está grávida de oito meses e se sentindo presa devido à superproteção de Ren. 

Então, quando a irmã médica de Price Teague, Fiona, liga e diz que está em Idaho e precisa de uma carona, Keely aproveita a oportunidade para escapar de sua gaiola de veludo e vai para Grangeville para pegar a mulher.
Ela nunca pretendeu colocar o feto em risco, mas isso é exatamente o que acontece quando as mulheres se encontram sendo perseguidas por mercenários. 
Normalmente, os bandidos que a seguem para sua casa não iriam fazer Keely fugir, ela teria acabado por virar a mesa e matá-los. Mas desta vez, ela está em trabalho de parto prematuro e não quer se meter com eles.
Pelo menos, ela tem uma médica com ela e suas armas de estimação.

Capítulo Um

15 de junho, 08h30, Sanctuary.
Keely Walsh-Maddox entrou na cozinha, no pavilhão principal. Reunidos em torno da mesa do café da manhã no canto estavam Quinn Jones, a esposa dele Lacey e Scotty, o cozinheiro da SSI e um segundo pai para Keely. Os três olharam para cima e sorriram.
— Ei, princesa, — Scotty chamou. — Como você está se sentindo hoje? Eu fiz seu prato favorito de ovos. Está no réchaud. Seu suco de laranja está aqui em cima da mesa.
— Obrigada, Scotty. E a forma como me sinto?! Enlouquecida nesse longo confinamento, nessa prisão. — Ela caminhou até o réchaud e tirou uma travessa contendo queijo de cabra, espinafre e omelete de cogumelos.
— Você esteve fora apenas ontem. — Quinn apontou o copo para ela para dar ênfase. — Você não pode já estar agitadamente louca.
Assim falava outro macho superprotetor.
— Quinn, cale a boca. — Lacey bateu um dedo na boca do marido, em seguida, carinhosamente enxugou uma migalha que tinha apanhado no canto dos lábios. — Eu disse que Ren está sufocando-a. Ele está operando sob o equívoco de que as mulheres grávidas são inválidas.
— Concordo inteiramente. — Keely suspirou, colocou a comida na mesa, e depois deslizou para o banco de alvenaria da copa. — Eu me sinto como um daqueles frufru, aqueles cachorrinhos de latido irritante. Você sabe qual. Aquele cachorrinho que o proprietário leva para o salão de beleza dentro de uma bolsa especial para cães. Tudo que falta é uma coleira e uma guia. Isso é como Ren pensa, que vou me machucar se andar pelo chão. — Ela acenou com um garfo cheio de ovo e queijo. — Sabe o que ele me disse hoje de manhã antes de sair para o posto de guardas florestais fora de Coeur d'Alene?
Lacey sorriu. — Não, o quê?
— Para ficar na cama! — Os três riram. — Não é engraçado. Ele queria me fazer descansar após a árdua jornada para o escritório do obstetra ontem. — Keely bateu na mesa com a mão livre, sacudindo os talheres. — A coisa mais estressante que fiz ontem foi levantar e sentar. Ele mal me deixa caminhar por mim mesma. — Ah não! 






Série Especialistas em Segurança Internacional
1- Olho Da Tempestade
1,5 - Bebê em Tempo de Tempestade

Olho Da Tempestade

ROMANCE SOBRENATURAL 
Série Especialistas em Segurança Internacional




Keely Walsh tem três doutorados e cinco irmãos mais velhos e nunca esteve em uma situação com a qual não pudesse lidar.

Enquanto trabalhava como consultora da Agência de Segurança Nacional ela descobriu informações confidenciais do governo indicando que seu irmão, um agente de segurança particular, está em perigo.
Keely viaja para a perigosa Tríplice Fronteira na América do Sul para avisar ele e seus colegas.
Ela não esperava encontrar um homem que provoca arrepios gelados por sua espinha e incêndios dentro dela.
Ren Maddox, coproprietário da SSI, uma empresa de segurança que trabalha para grandes corporações e governos, está em uma missão de coleta de informações para o governo dos EUA quando uma ruivinha armada com uma Bren Ten e uma atitude de dez metros de altura pipoca no meio da selva argentina com um aviso de perigo iminente.
Ela está cem por cento certa e isso o choca até a medula. O fato de que ela é a irmã caçula de Tweeter Walsh e pode lutar como o mais feroz fuzileiro é irrelevante. Ninguém com a aparência de Keely deveria estar em perigo, nunca.
Ele pretende, uma vez que resolva a situação atual, tornar o trabalho de sua vida proteger a mal-humorada, sexy e marrenta mulherzinha de todos os perigos.
Um macho alfa. Uma mulher determinada e independente. Um relacionamento quente, tumultuado.

Capítulo Um

Rio Iguaçu, Argentina, Tríplice Fronteira
Keely Walsh parou para descansar. Mesmo com a cobertura das sombras da floresta tropical o calor era sufocante. Jogando para trás seu chapéu de abas largas, ela limpou o suor dos olhos, em seguida, tomou um gole de água do cantil que carregava.
Até agora, de acordo com seu GPS portátil, ela viajou dois quilômetros de seu local de pouso. Se suas coordenadas estivessem corretas, e sempre estavam, deveria avistar a vila em menos de um quilômetro. Agora tudo o que podia ver eram as árvores, folhagem rasteira em crescimento, e mais árvores.
Depois que ela pousara o helicóptero em uma pequena clareira elevada, seguiu um caminho tênue que levava para baixo e longe do local de pouso.
Supôs que o caminho tinha sido desobstruído um dia, dois atrás e depois rapidamente cobertos. Ele levava na direção da aldeia. Tinha visto o cultivo de maconha na clareira, por isso fazia sentido os moradores precisarem de um caminho para chegar à sua plantação comercial.
Dando de ombros ela deslizou sua mochila e a deixou tocar o chão. Ajoelhou-se e tirou a camisa de algodão branco que usara no avião, em seguida, colocou-a por cima de seu top.
Estava muito quente e úmido para qualquer roupa mais quente, mas não poderia ter seu irmão enlouquecendo se ele visse as contusões nos ombros e parte superior do tórax. Teria tempo suficiente para explicações mais tarde, depois que estivessem seguros na suíte do hotel que ela tinha reservado no Parque Nacional do Iguaçu antes de assegurar o transporte e suas armas.
Suspirou imaginando quão bom seria estar no ar condicionado após esta caminhada nessa sauna. O hotel tinha uma piscina com um bar próximo. Quase podia sentir o gosto de uma grande Pepsi com gelo enquanto balançava as pernas na água fria.
Deus, ela odiava calor, umidade, insetos e cobras, bichos que tinham na selva em abundância. Apenas por seu irmão favorito, Stuart “Tweeter” Walsh, ela faria isso, além disso, não havia ninguém mais para fazê-lo. Seu pai, Coronel da Marinha, Kennard Walsh, estava em uma missão de treinamento.
A chamada para os seus outros quatro irmãos não tinha produzido a resposta urgente necessária. Os gêmeos, Loren e Paul, estavam em uma missão SEAL e os outros dois, Devin e Andy, também integrantes da Marinha americana, estavam em busca de terroristas nas cavernas do Afeganistão.
No momento em que suas licenças de emergência fossem aprovadas, Tweeter estaria morto. E ela não podia confiar em ninguém além de sua mãe Molly, mas seu pai a mataria se ela envolvesse sua mãe na confusão.
E aqui estava ela, a única pessoa que poderia avisar o irmão sobre a armadilha. Não podia ficar em segurança, em Massachusetts, enquanto Tweeter estava em perigo. Ele a protegeu ao longo dos anos, e ela não poderia fazer menos por ele.
Deixou a bainha da camisa pendurada sobre sua folgada calça cáqui. Deslizou na bainha a faca que comprou de um homem franzino e pequeno chamado Bazon, em Porto Iguaçu, em seguida prendeu o coldre que segurava a Bren Ten que tinha comprado sobre o cinto na parte baixa das costas. Nada como uma Bren para fazer diferença.


Série Especialistas em Segurança Internacional
1- Olho Da Tempestade
1,5 - Bebê em Tempo de Tempestade

A Obsessão de um Rule

ROMANCE CONTEMPORÂNEO



Damian Rule é um homem de negócios ultra sisudo que gosta da sua vida exatamente assim.

Ele usa o cabelo cortado bem curto, exige que os seus negócios sejam bem organizados e ainda insiste que todas as suas mulheres estejam sempre impecavelmente arrumada e conservadora, tanto na fala como na aparência.
Quando ele conhece Angie Ross, vê uma mulher muito quente, bonita e um total desastre.
Com aquelas suas meias arrastão e várias algemas de couro perfurantes sobre ela, é descontroladamente e verdadeiramente inadequada para as suas necessidades a longo prazo. Mas e para o curto prazo? Será que ela se encaixa?

Capitulo Um

Damian Rule estava sentado na recepção do salão de beleza temático do clube desportivo, se perguntando pela centésima vez por que diabos ele continuava a frequentar aquele lugar, que era totalmente inconveniente e totalmente fora do caminho do seu apartamento e escritório, situados no centro. Além disso, o ambiente era totalmente intrusivo com aquela sua iluminação dura e aquele fluxo contínuo de comentários sobre os eventos esportivos que ele não dava à mínima, mas que não paravam de sair dos vários televisores de tela plana, espalhados ao redor do salão.
Quando examinou o salão com aquele seu olhar critico, reconheceu que tantos os funcionários que trabalhavam aqui, como a clientela que frequentavam o estabelecimento, não eram o tipo de pessoas que ele normalmente se misturava, mas como estava desesperado para cortar o cabelo e deste lado da cidade, resolveu fazer aquilo logo de uma vez.
É verdade que a cabeleireira daquele lugar fazia um trabalho muito decente, mas certamente não era algo que ele não poderia troca-la a qualquer momento. À medida que a mulher em questão veio buscá-lo para o seu corte, imediatamente começou a balbuciar sobre nada e a 5 vasculhar a gaveta de cima de sua unidade para dar inicio ao processo.
Damian a bloqueou de imediato e deixou seus olhos vaguearem em torno do salão e observar tudo a partir do reflexo no espelho. Ele não viu o que estava procurando de imediato, mas mesmo assim continuou a observar ao espelho.
O lugar estava ocupado como sempre, com os seus vários cabeleireiros se movimentando ao redor, ou em pé nos seus postos fazendo os tratamentos, ou conversando com os seus clientes habituais, ou ate mesmo na área de lavagem.
Depois de mais alguns minutos de observação paciente a sua diligência foi recompensado com um ligeiro movimento na parte de trás do salão, o qual chamou a sua atenção. Ahhhh... Lá estava ela.


Legado de Silêncio

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Os Coretti da Sicília












Como assistente de um chefe temperamental, Ella deve estar preparada para qualquer eventualidade. 

Por isso, anda sempre com a “Bolsa Santo” … Não se trata de uma elegante peça de grife, e sim da sacola onde guarda todos os objetos que o diabólico produtor de cinema Santo Corretti possa precisar desesperadamente. Mas o coração de Ella não está dentro da “Bolsa Santo”. 
Será que ele conseguirá convencê-la a entregar seu bem mais precioso?

Capítulo Um

Santo acordou num sobressalto, o coração disparado, e estendeu o braço para buscar conforto familiar, mas, em vez de estar na cama com uma amante ao seu lado, dormia sozinho num sofá. 
O que aconteceu ontem à noite? Sua mente traiçoeira não lhe respondeu o que tinha acontecido... deu-lhe pequenas dicas.
Havia uma garrafa vazia de uísque no chão, sobre a qual Santo pulou para chegar ao banheiro, e, quando olhou para baixo, viu que ainda usava o terno do casamento, mas estava sem gravata e com a camisa rasgada e desabotoada. Enfiou a mão no bolso do paletó, lembrando que Ella checara três vezes se as alianças estavam ali antes de ir embora, e antes que ele saísse para ser o padrinho do casamento de seu irmão. As alianças continuavam no seu bolso. 
Santo jogou água no rosto, que estava todo machucado, assim como seu peito. Olhou para o pescoço e fez uma careta, mas algumas mordidas de amor se mostraram a menor de suas preocupações quando os eventos da véspera começaram a voltar a sua mente. Alessandro! 
Santo pegou o telefone para chamar um táxi, mas quem atendeu foi a recepcionista da noite, que, talvez sem saber que não deveria fazer tais questões, perguntou para onde ele queria ir, e Santo de imediato desligou. Olhando pela janela, de seu ponto de vantagem luxuoso, podia ver a imprensa esperando. Algo raro para Santo: não se sentia em condições de enfrentá-los, ou de enfrentar seu irmão, sozinho. 
— Você pode vir me buscar? Apesar da hora, Ella atendera ao telefone, com olhos fechados. Depois de quatro meses trabalhando para Santo Corretti, estava mais que acostumada a ser chamada nos horários mais estranhos, embora ele soasse particularmente terrível, essa manhã. A voz profunda, com o forte sotaque italiano, ainda era linda, mesmo se um pouco rouca. 
Sim; lindo e terrível basicamente resumiam Santo. Abrindo os olhos, ela olhou para o criado-mudo. 
— São 6h — disse Ella. — De domingo. O que teria sido razão suficiente para terminar a chamada e voltar a dormir. Entretanto, a noite inteira, Ella esperara que ele ligasse; tanto que arrumara o cabelo de noite, e separara a roupa que usaria. 
Como o resto da Sicília, Ella assistira ao drama se desenrolar na televisão, na tarde anterior, e vira atualizações nos noticiários por toda a noite. Até mesmo sua mãe, na Austrália, assistindo ao jornal italiano, saberia que o casamento muito esperado do irmão de Santo, Alessandro Corretti, com Alessia Battaglia, fora cancelado no último minuto. Literalmente, no último minuto.






Série Os Coretti da Sicilia
 1- Legado de Silêncio
 2- Convite ao Pecado
 3- Sombra de Culpa
 4- Herança de Desonra 
 5- A Whisper of Disgrace
 6- A Facade to Shatte
 7- A Scandal in the Headlines
 8- A Hunger for the Forbidden
 

Convite ao Pecado

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Os Coretti da Sicília 











Taylor Carmichael tem apenas uma coisa em mente: reconstruir sua reputação. 

Até que um encontro regado a champanhe com Luca Corretti é registrado pela lente fotográfica dos paparazzi. 
Ele teve a oportunidade de impedir a ação da imprensa, mas ignorou. 
Bem, desta vez, ela fará as manchetes funcionarem a seu favor: Luca Core e Taylor Carmichael a caminho do altar! 

Capítulo Um

— Zack? Onde você está? É melhor não me abandonar, porque eu não acho que posso fazer isto sem você. A qualquer momento, vou comer carboidratos, então será o fim deste vestido. Quando receber esta mensagem, me ligue. 
— O telefone quase escorregou de sua palma suada, e Taylor segurou-o com força. Aquele era apenas um casamento. Haveria pessoas com quem ela não se importava, e que certamente não se importavam com ela. Isso não deveria deixá-la nervosa. 
Só estava lá porque o produtor de seu último filme insistira. Tentou respirar fundo, mas a roupa não permitia a expansão do seu peito. 
O estilista costurara o vestido com Taylor dentro, então lhe dissera que enviasse uma mensagem de texto quando ela precisasse ir ao banheiro. 
O calor da Sicília queimava suas costas desnudas, e Taylor fez uma careta diante do absurdo da situação. Estava muito quente para que fosse costurada em qualquer coisa, e ela não permitiria que alguém a acompanhasse ao banheiro, o que significava que não poderia comer ou beber. 
Não que comesse muito, de qualquer forma. A disciplina que sua mãe impusera desde cedo nunca a abandonara. Taylor estava acostumada a sentir fome, mas, ultimamente, o desejo de comer deixava-a irritada. Sentia-se a ponto de quebrar a cabeça de alguém, mais especificamente a do membro da família Corretti responsável por seu desconforto atual. 
Ele teria feito aquilo de propósito? Pedira que o estilista se certificasse de que homem algum pudesse remover o vestido dela e arruinar seu grande retorno? Taylor se mantivera longe daquilo por tanto tempo que esquecera como detestava a falsidade, os planos escondidos atrás de beijos no ar e sorrisos forçados. Ao resistir à tentação infantil de roer as unhas, olhou para suas mãos e constatou que elas tremiam. Não ousaria segurar uma taça de champanhe. 
Derramaria o drinque em seu vestido. Ou pior, no vestido de outra mulher; e sabia como isso seria interpretado. Irritada por se importar com o que os outros pensavam, jogou o telefone dentro da bolsa. 
Era patético reagir assim a algo tão trivial. 
Os últimos dois anos haviam lhe ensinado o que importava na vida. Havia pessoas lá fora com problemas sérios, e os seus eram culpa sua, e estavam todos no passado. 
Ela tomara decisões ruins. Confiara nos indivíduos errados, mas era uma mulher diferente agora. Provaria isso. E era disso que se tratava hoje, é claro. Era esperado que ela provasse.






Série Os Coretti da Sicilia
 1- Legado de Silêncio
 2- Convite ao Pecado
 3- Sombra de Culpa
 4- Herança de Desonra 
 5- A Whisper of Disgrace
 6- A Facade to Shatte
 7- A Scandal in the Headlines
 8- A Hunger for the Forbidden
 

Sombra de Culpa

ROMANCE CONTEMPORÂNEO 
Série Os Coretti da Sicília 












Motivada e determinada: como perdoar um Corretti. 

Valentina Ferranti sempre culpou Gio Corretti e seu comportamento inconsequente pela morte do irmão dela. 
Agora, à beira da falência e caluniada pela infame Carmela Corretti, 
Val precisa de ajuda. E a única pessoa a quem pode recorrer é o homem frio e misterioso do passado, cujos olhos, maculados pela culpa e pelo arrependimento, ainda brilham de paixão.

Capítulo Um

Ele deveria estar naquele caixão, e não seu melhor amigo irresponsável. Giacomo Corretti estava de pé na sombra de um pinheiro, observando enquanto o caixão era posto dentro da terra, apenas a alguns metros de onde ele estava efetivamente escondido. 
A bola de gelo alojada na boca de seu estômago estava lentamente se espalhando para todas as extremidades de seu corpo. 
Ele agradeceu isso, mesmo enquanto se castigava por ser covarde. 
O pequeno grupo de pessoas em volta do caixão começou a se mover, as palavras finais do padre pairando no ar quente da primavera com o cheiro de incenso. Não deveria estar quente, percebeu Gio, não deveria ser primavera. 
O mar não deveria brilhar sob um céu azul-celeste. Ele queria que uma tempestade revolvesse a água, que tudo escurecesse, e que trovões e raios atingissem aquele lugar. Que o atingissem e o destruíssem 
Podia ouvir o som do choro desesperado da mãe de Mario enquanto ela se apoiava no marido idoso. Um som que o despedaçava. 
Gio nunca teria sido digno daquelas lágrimas de dor. A percepção era fria, mas não lhe causou sentimento de autopiedade. Em contraste, ao lado deles, com a coluna estoicamente ereta, estava a filha do casal, Valentina. 
O longo cabelo castanho estava preso numa trança, e havia um lenço preto em sua cabeça. 
A saia e blusa preta moldavam o corpo gracioso da garota de 17 anos. Ela não precisou se virar para que Gio se lembrasse de cada linha no rosto bonito. Pele cor de oliva, tão suave como uma pétala de rosa. A curva deleitosa da boca e lábios sensuais. 
Os olhos tinham uma cor extraordinária... eram dourados como âmbar. Olhos de tigresa. Ele podia visualizá-los agora, com zombaria, raiva e medo, toda vez que Valentina pegava seu irmão amado e Gio flertando com o perigo, o que eles tanto amavam. 
Como se a intensidade de seu olhar e de seus pensamentos a tivesse tocado, Valentina Ferranti focou o exato lugar onde Gio estava, os olhos amendoados se estreitando nele. Era tarde demais, ele não podia fugir. Ela o fitou por um longo momento. 
O rosto estava pálido e inchado pelo choro. E havia tanta dor nos olhos sombreados! 
Ele fizera aquilo com ela. Ele lhe causara aquele dano irreparável. Suas palavras descuidadas daquela noite lhe voltaram à mente: 
— Não se preocupe, eu o trarei de volta para os livros antes da meia-noite, como Cinderela... A desolação de Valentina zombou de Gio. E então ela estava andando na sua direção, o rosto contorcido com a fúria da dor. Parou a poucos centímetros de distância. 
Tão perto que ele podia sentir seu cheiro doce e fresco, o que era inapropriado no meio de tanto sofrimento. 
— Você não é bem-vindo aqui, Corretti. — A voz dela estava rouca pelo choro, e o peito de Gio se apertou tanto que ele perguntou-se como estava consciente, quando mal conseguia respirar. 
— Eu... sei.






Série Os Coretti da Sicilia
 1- Legado de Silêncio
 2- Convite ao Pecado
 3- Sombra de Culpa
 4- Herança de Desonra 
 5- A Whisper of Disgrace
 6- A Facade to Shatte
 7- A Scandal in the Headlines
 8- A Hunger for the Forbidden